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1
Autor
MARQUES, Amadeu Soares
; NUNES, Lina Cardoso
Título
Possibilidades da participação na avaliação da aprendizagem on line no ensino superior
Instituição
Fundação Cesgranrio
Resumo

Este artigo teve origem com a pesquisa: Avaliação Participativa do ambiente de aprendizagem on line, tendo como objetivo compreender como a avaliação participativa pode favorecer o aprendizado dos alunos. O presente artigo focalizou especialmente as entrevistas realizadas com professores e alunos de três Instituições, indagando sobre as possibilidades de participação do aluno na avaliação, os resultados apontaram que o aluno dificilmente participa e alguns obstaculos a participação foram mencionados. Apesar das possibilidades de participação propiciadas pela internet e a importancias às atividades colaborativas, a avaliação continua a ter função de medir o conhecimento dos alunos, constituindo-se em instrumento de poder e controle do professor sobre o aluno.

MARQUES, Amadeu Soares; NUNES, Lina Cardoso. Possibilidades da participação na avaliação da aprendizagem on line no ensino superior.  Ensaio: avaliação e políticas públicas em educação. Rio de Janeiro: Fundação Cesgranrio, vol. 19, n. 72, jul./set. 2011.

Fonte
Ensaio: avaliação e políticas públicas em educação. Rio de Janeiro: Fundação Cesgranrio, vol. 19, n.
Publicação
08/12/2011
Anexo
2
Título
Extensão na formação profissional: desafios e possibilidades
Instituição
Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Resumo
Este texto apresenta reflexões sobre alguns desafios e possibilidades da institucionalização da extensão na formação profissional e revela experiências extensionistas cuja problematização pode compor um conjunto de ações a serem incorporadas nos cursos de graduação de universidades brasileiras. Nesta envergadura, mapeamos como a extensão vem sendo interpretada pelo sistema educacional brasileiro e buscamos traçar um perfil em torno da questão específica da formação profissional pelo viés da extensão.
Assunto
Ensino, extensão, formação profissional
Publicação
19/08/2011
Anexo
3
Autor
Streck, Danilo Romeu
Título
Da pedagogia do oprimido às pedagogias da exclusão: um breve balanço crítico
Resumo
O artigo tem por objetivo analisar alguns deslocamentos nas práticas pedagógicas que correspondem à mudança conceitual ao longo das quatro últimas décadas, mais precisamente desde a formulação da pedagogia do oprimido no fim da década de 1960. Faz-se uma breve revisão do tema da exclusão social, em especial na sua vinculação com as políticas e práticas em educação, relacionando-o a três eixos explicativos identificados como consenso pedagógico, o deslizamento semântico de opressão para hegemonia e a crítica da modernidade e as teorias pós-modernas. Argumenta-se que o uso do binômio exclusão social/inclusão social encontra sua pertinência na denúncia das múltiplas desigualdades e no seu caráter instrumental para políticas públicas específicas. Paradoxalmente, nestes aspectos também se situam os seus limites em termos de projetar possibilidades de transformação da sociedade excludente.
Assunto
1. Exclusão social; 2. Paulo Freire; 3. Práticas pedagógicas; 4. Pedagogia da exclusão; 5. Pedagogia do oprimido; 6. Educação
Fonte
Educ. Soc. [online]. 2009, v.30, n.107, pp. 539-560. ISSN 0101-7330
Publicação
02/02/2011
Anexo
4
Autor
Hinzen, Heribert
Título
Educação de adultos na educação ao longo da vida: desenvolvimentos atuais e interdependentes na Alemanha e na Europa, a caminho da VI Confintea
Instituição
Instituto para Cooperação Internacional da Associação Alemã de Educação de Adultos
Resumo
A educação e a aprendizagem de adultos têm recebido mais atenção e reconhecimento a partir do conceito de aprendizagem ao longo da vida, que se torna agora o principal paradigma para a teoria e a prática educacionais. Este movimento se acentua no contexto de organismos como a Unesco, a União Europeia e a Associação Alemã de Educação de Adultos (DVV), no caso da Alemanha. Há claras indicações de que cada um desses organismos exerce mútua influência sobre os outros, por meio das políticas, programas, modelos e até mesmo pela administração de recursos financeiros. Isto é exemplificado no artigo pela indicação de processos que vêm ganhando importância nos últimos anos, na preparação da VI Conferência Mundial de Educação de Adultos - VI Confintea.
Assunto
1. Educação; 2. Educação de Jovens e Adultos; 3. Educação de adultos na Europa; 4. Confintea VI
Fonte
Revista Brasileira de Educação [online], Rio de Janeiro, v. 14, n. 41, maio/ago. 2009
Publicação
20/01/2011
Anexo
5
Autor
Monteiro Filho, Mauricio
Título
Ensino a distância avança e começa a vencer o preconceito
Instituição
SescSP - Serviço Social do Comércio, Administração Regional no Estado de São Paulo
Resumo


Ensino longe das salas de aula vence barreiras e preconceito


Nos 27 anos em que ficou preso na África do Sul, Nelson Mandela teve muito em que pensar. Sua visão política e sua defesa das liberdades civis já são bastante conhecidas nos quatro cantos do planeta, e lhe renderam o prêmio Nobel da Paz, em 1993. O que é pouco divulgado sobre a epopeia do líder sul-africano é que, ao longo de boa parte dos anos que passou na prisão, ele foi também um estudante de direito da Universidade de Londres. Mandela chegou a passar em alguns exames em 1963, mas, por conta da mão pesada do regime do apartheid que dividiu seu país, nunca conseguiu obter seu diploma oficialmente. Para isso, teria de realizar provas finais presencialmente, o que nunca lhe foi permitido.

A biografia de Mandela, crivada de prêmios e, ironicamente, diplomas honorários, tornou-o também o mais célebre aluno do sistema de educação a distância (EAD) do planeta.

O sistema, segundo o CensoEAD.br, extenso estudo realizado numa parceria entre a Secretaria de Educação a Distância (Seed) do Ministério da Educação (MEC), a Fundação Getúlio Vargas Online e a Abed, já atingia 2.648.031 alunos em 2008, matriculados em cursos de diversos níveis.

Assunto
1. Educação; 2. Educação a distância ; 3. EAD; 4. Tecnologias digitais
Fonte
Poblemas brasileiros, n. 403, jan./fev. 2011
Publicação
20/01/2011
Anexo
6
Autor
Losso, Adriana R. Sanceverino
Título
A mediação como categoria pedagógica : desafios para a formação de educadores na EJA
Instituição
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
Resumo

Este artigo sistematiza reflexões consubstanciadas por resultados conclusivos de pesquisa de mestrado articulada em torno da categoria mediação na formação dos profissionais de educação e resultados parciais de pesquisa de doutorado, com destaque para o processo ensino e aprendizagem na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA). Estabelece como substrato da reflexão a proposição da categoria mediação e o papel do conhecimento tendo como situação limite o pensar a EJA para a Educação inclusiva. O estudo problematiza qual é o sentido de mediação que responde mais adequadamente à complexidade da Educação de Jovens e Adultos e como as mediações criam condições de desenvolver a capacidade reflexiva dos estudantes e da práxis nessa modalidade de ensino tendo como empiria a EJA em Palhoça, Santa Catarina. A incursão na pesquisa assume o eixo de análise do materialismo-histórico-dialético que norteará os rumos da investigação, a fim de levantar dados, a partir da investigação sistemática da realidade concreta referentes às práticas mediadoras no contexto da EJA em Palhoça, Santa Catarina. Os resultados da pesquisa são parciais. Porém, já temos elementos que apontam para o entendimento de que um desses desafios respeita à problemática da mediação como categoria fundante, no sentido da operacionalização e dinamização dos processos educacionais.

Assunto
1. Educação; 2. Educação de Jovens e Adultos; 3. EJA; 4. Mediação pedagógica; 5. Educação de adultos; 6. Aprendizagem
Publicação
04/11/2010
Anexo
7
Autor
Wada, Sônia
Título
Gestão do conhecimento e sustentabilidade
Resumo
O grande desafio do século XXI é promover o desenvolvimento sustentável. O que significa atuar de forma economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta. O crescimento econômico não pode se contrapor aos pilares da sustentabilidade; portanto, as organizações precisam, cada vez mais, adotar práticas sustentáveis. Manter políticas de administração responsáveis, buscar alternativas de produção que utilizem recursos renováveis e promover ações que protejam o meio ambiente e a sociedade são algumas das iniciativas a serem tomadas e a gestão do conhecimento pode facilitar sua aplicabilidade.
Assunto
1. Sustentabilidade; 2. Gestão do conhecimento; 3. Responsabilidade social; 4. Empresas; 5. Desenvolvimento sustentável
Fonte
Instituto Ethos, 3 nov. 2010
Publicação
04/11/2010
Anexo

autor: Sônia Wada
8
Autor
Ciavatta, Maria
; Rummert, Sonia Maria
Título
As implicações políticas e pedagógicas do currículo na Educação de Jovens e Adultos integrada à formação profissional
Resumo

Este artigo, derivado das atividades de pesquisa das autoras, visa apresentar elementos de reflexão que concorram para a construção de propostas curriculares voltadas, especificamente, para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) que rompam com os parâmetros hoje hegemônicos. Para tanto, inicialmente, abordaremos a EJA como expressão das assimetrias de poder existentes entre as classes e grupos sociais. A seguir, serão abordadas especificidades desta modalidade de ensino, com destaque para as experiências de classe que esses alunos trazem como marca e como potencialidade para o espaço educativo. Finalmente, será referida a questão do trabalho, em sua perspectiva ontológica, como eixo articulador das propostas pedagógicas voltadas para os interesses da classe trabalhadora que acorre à escola para complementar sua escolaridade básica.

Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Educação de Jovens e Adultos trabalhadores; 3. Currículo; 4. Trabalho e educação
Fonte
Educ. Soc. [online]. 2010, vol.31, n.111, pp. 461-480. ISSN 0101-7330.
Publicação
05/10/2010
Anexo
9
Autor
HEIDRICH, Gustavo
Título
Parcerias que funcionam
Resumo

Unir-se a comunidade, empresas privadas e públicas, ONGs e universidades ajuda a escola na missão de ensinar

Para montar um quebra-cabeças, é preciso achar a posição exata para que peças de diferentes formatos se encaixem. O esforço exige raciocínio, paciência e uma visão do todo para chegar ao resultado pretendido. Uma escola que busca parceiros para garantir que todos os alunos aprendam também tem de descobrir os pontos de encaixe que levem ao aperfeiçoamento da sua rede de ensino e aprendizagem. "Antes de tudo, a primeira parceria é entre o gestor e suas equipes. Todos têm de estar em sintonia quanto aos propósitos e objetivos da escola", afirma Maria das Graças Fernandes Branco, supervisora de ensino e mestre em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Essa organização interna e convergência de intenções materializa-se no projeto político-pedagógico (PPP). "Na elaboração coletiva desse documento, a equipe prevê as ações institucionais e pedagógicas e em que pontos as parcerias podem ajudar e como", explica Sálua Guimarães, orientadora pedagógica e mestre em Educação pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), na Argentina.
Quando feitas com intencionalidade, as parcerias só têm a somar. "O parceiro nunca substitui o estado. Ele deve sempre complementar e apoiar ações e jamais se sobrepor. A Educação é um direito público, mas, dentro da perspectiva de uma gestão democrática, que reúne comunidade e sociedade, as parcerias encontram seu espaço", acredita Christiana Saldanha, coordenadora de projetos da Fundação Vale, que financia ações educacionais nos municípios em que a mineradora atua. Tornando-se protagonistas nesse processo, os gestores reforçam seu papel de liderança, distribuem o trabalho de forma mais eficiente e têm aliados na busca pelos resultados. No fim, é como o quebra-cabeças: uma vez montado, forma uma imagem coerente e significativa, bem diferente do caos das peças separadas.

Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Escola; 3. Gestão escolar; 4. Diretor; 5. Parcerias; 6. Comunidade
Fonte
Nova Escola Gestão Escolar, n. 10, out./nov. 2010
Publicação
01/10/2010
Anexo
10
Autor
Martins, Ana Rita
Título
Sete passos para erradicar o analfabetismo
Resumo
Conheça as melhores soluções encontradas pelas cidades brasileiras que estão conseguindo alfabetizar toda a população adulta



Num país com dimensões continentais como o Brasil, nem sempre é fácil chegar até quem precisa ser alfabetizado. E, mesmo nas áreas mais urbanizadas, onde o acesso aos iletrados é teoricamente mais fácil, a maioria das secretarias de Educação não dispõe de estatísticas confiáveis sobre quem são os analfabetos do município.



* Colaboraram Anderson Moço, de Niterói, RJ, Beatriz Santomauro, de São João do Oeste, SC, Paola Gentile, de Guajará, Itapiranga e Silves, AM, Paula Takada, de Porto Alegre, RS, e Rodrigo Ratier, de Curitiba, PR, e Blumenau, Jaraguá do Sul e Pomerode, SC
Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Analfabetismo; 3. Educação de adultos; 4. Formação de professores; 5. EJA; 6. Políticas públicas
Fonte
Nova Escola, n. 235, set. 2010
Publicação
15/09/2010
Anexo
11
Autor
Ribas, Nícia
Título
Letramento: em busca do tempo perdido
Resumo

Embora venha diminuindo o número de analfabetos brasileiros - atualmente são 14 milhões, o que significa 10% da população com mais de 15 anos - vai ser difícil cumprir a meta estabelecida durante a Conferência Mundial de Educação, em Dacar (Senegal), no ano 2000. Com outros 128 países, o Brasil assinou um pacto para melhorar a qualidade do ensino e, entre as metas estabelecidas, está reduzir pela metade a taxa de analfabetismo até 2015, chegando ao percentual de 6,7%. Conseguirá?
Segundo o presidente da ONG Ação Educativa, Sérgio Haddad, à Agência Brasil, “o analfabetismo funcional é um fenômeno novo que se deve, principalmente, à baixa qualidade do ensino público.” Na avaliação dele, é preciso eliminar o mal com a educação de qualidade para que crianças e jovens saiam da escola com domínio pleno da leitura e da escrita.
Instalados numa casa branca dentro do campus da PUC-Rio, uma equipe de estudiosos prepara material para abastecer professores, pais, agentes culturais, agentes de saúde e demais adultos responsáveis pela formação de pessoas em todo o Brasil. Trata-se de um projeto coletivo desenvolvido pela Cátedra Unesco de Leitura PUC-Rio, sob a coordenação da professora Eliana Yunes: “Grupos de pesquisa formados por alunos, ex-alunos, mestrandos e doutorandos da Universidade, além de outros especialistas, desenvolvem programas de formação do leitor, que estão sendo colocados em prática pelo país a fora, com parcerias e articulações entre outros compromissados”, explica ela.

Assunto
1. Educação; 2. Analfabetismo funcional; 3. Leitura; 4. Escrita; 5. Cátedra Unesco
Fonte
Plurale em Revista, 16 ago. 2010
Publicação
30/08/2010
Anexo
12
Autor
Kochen, Silvia
Título
Os disfarces da malvadeza humana
Resumo

País desperta para o problema do bullying, presente também na internet

Definir bullying não é difícil. Trata-se de uma agressão intencional e continuada, que pode ocorrer de várias formas, desde as mais sutis, como um leve comentário maldoso, até as mais diretas, como a violência física pura e simples, geralmente precedida de algum tipo de agressão verbal. Pouca gente, no entanto, é capaz de reconhecer o bullying no dia a dia. Ele costuma estar presente em locais que concentram pessoas, como escolas, empresas ou redes sociais da internet. No primeiro caso, costuma ser chamado de bullying mesmo; no segundo, normalmente o nome usado é assédio moral; e no último, o termo adotado é cyberbullying.

Os efeitos da violência moral podem ser devastadores na vida de suas vítimas, mas frequentemente também há grandes danos causados a toda a comunidade onde ela ocorre.

Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Bullying; 3. Internet; 4. Cyberbullying; 5. Assédio moral
Fonte
Problemas brasileiros, n. 400, jul./ago. 2010.
Publicação
22/07/2010
Anexo
13
Autor
Santos, Marcelo
Título
Um desperdício de talentos
Resumo

Escolas públicas não sabem o que fazer com os superdotados

A realidade do portador de altas habilidades, ou superdotado, é bem menos glamourosa do que se vê na televisão. Boa parte dessas crianças desconhece sua real condição e vive privada de uma educação que potencialize suas qualidades. Segundo a definição do Ministério da Educação (MEC), o portador de altas habilidades é a pessoa que demonstra potencial elevado em uma ou mais áreas, como intelectual, acadêmica, de liderança, psicomotricidade e artes, além de apresentar grande criatividade, envolvimento na aprendizagem e na realização de tarefas em áreas de seu interesse. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 3% e 5% da população de um país seja superdotada, levando em conta apenas o potencial cognitivo de cada um, aferido através de testes de quociente de inteligência (QI).

Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Escolas públicas; 3. Alunos; 4. Aluno superdotado
Fonte
Problemas brasileiros, n. 400, jul./ago. 2010
Publicação
22/07/2010
Anexo
14
Autor
Espíndola, Célio Alves
Título
Ressignificando a alfabetização de jovens e adultos no Brasil a partir dos movimentos sociais do campo
Resumo
Partindo de uma breve retrospectiva histórica, desde 1961, envolvendo os principais momentos da Educação de Jovens e Adultos no Brasil, podemos compreender como se deu a relação entre os programas de alfabetização de adultos e alfabetizandos ao longo desses anos. Tendo como referência a concepção de educação defendida pelos Movimentos Sociais do Campo, busca-se uma compreensão mais justa desse problema, a fim de que se possa contribuir para a construção de uma nova concepção de educação, cujo autor da proposta seja o homem do campo analfabeto.
Assunto
1. Educação; 2. Educação de Jovens e Adultos; 3. Alfabetização; 4. Letramento; 5. Movimentos Sociais do Campo
Fonte
Revista FACED. [Online] v. 11, n. 10, 2006
Publicação
14/07/2010
Anexo
15
Título
Avaliação dos estudantes do Proeja: em busca da inovação
Resumo
O Proeja é um programa com caráter inovador na modalidade de Educação de Jovens e Adultos, criado em âmbito federal, em 2005. Por ser a avaliação escolar de grande importância para o processo ensino-aprendizagem, o presente artigo busca verificar qual é a concepção de avaliação dos estudantes do Proeja do Cefet/BG – Bento Gonçalves e como ela acontece. Para chegar ao proposto, realizou-se a análise dos dados obtidos através de questionários aplicados a estudantes e professores, da análise de documentos e da observação e conversas com integrantes da comunidade escolar. O artigo também contempla um pouco da história da educação de jovens e adultos e a discussão sobre a teoria da avaliação escolar nas vertentes somatória e emancipatória. Chega-se à conclusão de que o Cefet/BG trabalha com uma concepção avaliativa emancipatória e processual; porém, necessita de um trabalho mais participativo para que os alunos tenham mais conhecimento e segurança em relação à própria participação na avaliação.
Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Educação de Jovens e Adultos; 3. EJA; 4. Avaliação; 5. Avaliação da aprendizagem; 6. Proeja
Fonte
Cadernos FAPA, Porto Alegre, 2007. Edicação especial VI Fórum FAPA - 2007. ISSN 1980-4261
Publicação
18/06/2010
Anexo
16
Autor
Ebert, Síntia Lúcia Faé
Título
A relação letramento e gêneros textuais na alfabetização de jovens e adultos
Instituição
Uniritter
Resumo
A presença do conceito letramento aliado ao de alfabetização tornou-se corrente na década de 1980 e tem sido motivo de debates até os dias atuais. Sendo resultado da ação de ensinar e aprender, as práticas sociais de leitura e escrita, conforme Soares (1998), “letramento é o estado ou condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como consequência de ter-se apropriado da escrita e de suas práticas sociais”. Muito se tem falado da possibilidade e das vantagens de alfabetizar letrando. Assim, dois momentos diferentes, porém complementares e simultâneos no ensino-aprendizagem da leitura e escrita. Na busca da realização desse processo, o professor da Educação de Jovens e Adultos (EJA) pode dispor dos gêneros textuais que são encontrados no cotidiano do aluno, levando-o a apropriar-se deles como instrumentos de ação social. Partindo desta convicção, este artigo busca aprofundar a discussão sobre a relação existente entre alfabetização e letramento na EJA e a apropriação de gêneros textuais em sala de aula.
Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Educação de Jovens e Adultos; 3. EJA; 4. Alfabetização de jovens e adultos; 5. Gêneros textuais; 6. Letramento
Fonte
Cadernos FAPA, Porto Alegre, 2007. Edição especial VI Fórum FAPA - 2007. ISSN 1980-4261
Publicação
18/06/2010
Anexo
17
Autor
Giron, Rosane
; Macedo, Vera Lucia
Título
Alfabetização: lecto-escrita x bagagem cultural
Resumo
Este texto propõe uma reflexão sobre a relação que os alunos de classes iniciais de alfabetização estabelecem entre leitura e escrita e bagagem cultural. Essa artigo objetiva ainda revisitar alguns conceitos relativos a lecto-escrita e bagagem cultural, à luz de teóricos citados no decorrer do trabalho.
Assunto
1. Alfabetização; 2. Aprendizagem; 3. Leitura; 4. Escrita; 5. Língua escrita
Fonte
Cadernos FAPA, Porto Alegre, 2008. N. especial. ISSN 1980-4261
Publicação
18/06/2010
Anexo
18
Autor
Piccoli, Luciana
Título
Alfabetização e alfabetismo/letramento: trajetórias e conceitualizações dos fenômenos
Resumo
As definições dos fenômenos de alfabetização, alfabetismo e letramento estão relacionadas aos diferentes olhares lançados sobre tais processos. A investigação trata, portanto, da trajetória desses conceitos abordados por diferentes autores em um recorte da produção acadêmica na área da educação. Faz-se uma incursão sobre a origem dos termos, já que a história da alfabetização, do alfabetismo e do letramento entrelaça-se com a própria história de cada uma dessas palavras. Por fim, salienta-se a compreensão de alfabetização como o processo de aquisição da leitura e da escrita e faz-se a opção por alfabetismo no lugar de letramento no que se refere às práticas sociais, culturais e históricas que advêm da utilização de tais habilidades.
Assunto
1. Alfabetização; 2. Alfabetismo; 3. Letramento; 4. Práticas de leitura e de escrita; 5. Estado da arte
Fonte
Cadernos FAPA, Porto Alegre, 2008. N. especial. ISSN 1980-4261
Publicação
18/06/2010
Anexo
19
Autor
Teixeira, Edival Sebastião
; Trindade, Glademir Alves
; Bernartt, Maria de Lourdes
Título
Estudos sobre Pedagogia da Alternância no Brasil: revisão de literatura e perspectivas para a pesquisa
Instituição
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Resumo
A Pedagogia da Alternância consiste numa metodologia de organização do ensino escolar que conjuga diferentes experiências formativas distribuídas ao longo de tempos e espaços distintos, tendo como finalidade uma formação profissional. Esse método começou a tomar forma em 1935 a partir das insatisfações de um pequeno grupo de agricultores franceses com o sistema educacional de seu país, o qual não atendia, a seu ver, as especificidades da Educação para o meio rural. A experiência brasileira com a Pedagogia da Alternância começou em 1969 no estado do Espírito Santo, onde foram construídas as três primeiras Escolas Famílias Agrícolas. Não obstante, decorridos 40 anos de sua implantação no país, essa proposta pedagógica ainda é discutida com pouca ênfase em nosso meio acadêmico. Em projeto de pesquisa que vimos desenvolvendo, realizamos um levantamento das dissertações de mestrado e teses de doutorado brasileiras sobre Pedagogia da Alternância defendidas entre 1969 e 2006. O objetivo deste artigo é mapear e discutir essa produção, visando estabelecer um primeiro esboço do "estado da arte" nesse campo de investigação. A revisão inclui 46 trabalhos, sendo 7 teses e 39 dissertações. Neste texto, apresentamos as temáticas de estudo mais recorrentes, a distribuição regional dessa produção e o que consideramos como consensos e limites nesses trabalhos.
Assunto
1. Educação; 2. Pedagogia da alternância; 3. Educação do campo; 4. Escola família agrícola; 5. Casa familiar rural
Fonte
Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 34, n. 2, p. 227-242, maio/ago. 2008. ISSN 1517-9702
Publicação
14/06/2010
Anexo
20
Autor
Vóvio, Cláudia Lemos
Título
Práticas de leitura na EJA: do que estamos falando e o que estamos aprendendo
Resumo
O artigo aborda os variados sentidos atribuídos à leitura, aos modos de ler e aos objetos implicados em situações em que pessoas interagem e se apropriam desses bens culturais relacionados à escrita. A leitura é apresentada como objeto produzido nas/pelas relações entre grupos humanos, em tempos e espaços sociais específicos sendo, portanto, variável, o que traz implicações para as práticas educativas que se realizam nas turmas de EJA. Uma das consequências dessa abordagem é a ampliação do horizonte da leitura, admitindo variados objetos, modos de ler, comportamentos, gestos e gostos e focalizando uma variedade de práticas invisíveis e um número surpreendente de vozes e discursos apagados ou não reconhecidos socialmente. Também discute como as condições sociais e históricas afetam essa atividade humana e as possibilidades de acesso e apropriação desses bens por educadores e estudantes nas propostas pedagógicas que compartilham.
Assunto
Leitura; 2. Desenvolvimento da leitura; 3. Letramento; 4. Educação de Jovens e Adultos; 5. Hábitos de leitura
Fonte
REVEJ@ - Revista de Educação de Jovens e Adultos, v. 1, n. 0, ago. 2007.
Publicação
27/04/2010
Anexo
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