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Biblioteca
1
Título
História geral da África
Resumo

editado por Joseph Ki-Zerbo.- Brasília: UNESCO, Secad/MEC, UFSCar, 2010.
8v.

Publicada em oito volumes, a coleção História geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. A coleção História geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.

O download gratuito pode ser feito por aqui.

Conheça os títulos da coleção:

Volume I: Metodologia e Pré-História da África
ISBN: 978-85-7652-123-5

Volume II: África Antiga
ISBN: 978-85-7652-124-2

Volume III: África do século VII ao XI
ISBN: 978-85-7652-125-9

Volume IV: África do século XII ao XVI
ISBN: 978-85-7652-126-6

Volume V: África do século XVI ao XVIII
ISBN: 978-85-7652-127-3

Volume VI: África do século XIX à década de 1880
ISBN: 978-85-7652-128-0

Volume VII: África sob dominação colonial, 1880-1935
ISBN: 978-85-7652-129-7

Volume VIII: África desde 1935
ISBN: 978-85-7652-130-3

Assunto
1. História; 2. História - África; 3. Cultura africana; 4. História africana
Fonte
Unesco, 8 dez. 2010
Publicação
02/02/2011
2
Título
Ensaio: avaliação e políticas públicas em educação, v.18, n.68, jul./set. 2010
Resumo

ISSN 0104-4036


Ensaio é uma publicação trimestral organizada pela Fundação Cesgranrio do Rio de Janeiro.

A edição n. 18, apresenta pesquisas e artigos de especialistas da área de educação, com foco  nas questões de avaliação e políticas públicas. O primeiro trabalho apresentado na edição "Violências escolares, implicações para a gestão e o currículo" de Cândido Gomes traz o resultado de várias pesquisas exploratórias com o objetivo de investigar as violências entre alunos e professores e algumas de suas implicações práticas. Ludmila Oliveira Cavalcanti no artigo "Das políticas ao cotidiano: entraves e possibilidades para a educação do campo alcançar as escolas no rural", debate o questionamento da viabilidade das políticas de educação do campo nos territórios do rural brasileiro, analisando a política de direitos e a cultura de direitos. Claudio Moura e Castro em "A saga do computador mal-amado" nos mostra que a tecnologia tão abundante, criativa e confiável é uma grande aliada da educação, afirmando, entretanto, que as escolas acadêmicas não conseguem utilizar com sucesso tais recursos.

Conheça os trabalhos publicados na edição.


Sumário

Violências escolares: implicações para a gestão e o currículo
Gomes, Cândido
   
O SINAES na universidade pública estadual: análise do processo de construção da avaliação interna na Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
Vieira, Regina Lúcia Bastos; Freitas, Kátia Siqueira de

Determinantes da escolarização de crianças e adolescentes em situação de rua no estado de Minas Gerais
Ferreira, Frederico Poley Martins; Nogueira Junior, Reginaldo Pinto; Costa, Bruno Lazzarotti Diniz

Políticas públicas para a educação gerontológica na perspectiva da inserção social do idoso: desafios e possibilidades
Alves, Vicente Paulo; Vianna, Lucy Gomes

A experiência social e escolar dos jovens do Ensino Secundário: contributos de um estudo sociológico
Santos, Maria Cecília Pereira dos

A alfabetização de crianças de 1° e 2° ano do Ensino Fundamental de 9 anos: uma contribuição para a definição de uma Matriz de Competências e Habilidades de leitura, escrita e matemática
Fontanive, Nilma; Klein, Ruben; Marino, Leandro; Abreu, Mariza; Bier, Sônia E.

Das políticas ao cotidiano: entraves e possibilidades para a educação do campo alcançar as escolas no rural
Cavalcante, Ludmila Oliveira Holanda

A política educacional do primeiro governo Petista de São Carlos-SP (2001-2004)
Silva, Ana Paula Rodrigues da; Ferreira Junior, Amarilio

Avaliação e natureza administrativa das instituições de ensino superior
Gomes, Magno Federici


Página Aberta 
   
Saga do computador mal-amado
Castro, Claudio de Moura

Assunto
1. Educação; 2. Educação - Brasil - Periódicos; 3. Educação - Política e governo
Fonte
Scielo
Publicação
02/02/2011
3
Título
La educación es un derecho humano: por la no discriminación en América Latina y el Caribe
Resumo

Campaña Latinoamericana por el Derecho a la Educación.- São Paulo : Clade, 2010.
48p.


A CLADE é uma articulação plural de organizações da sociedade civil que atuam na defesa do direito à educação de qualidade, público e gratuito, de responsabilidade do Estado, para todos e todas. A Campanha, presente em 19 países da América Latina e Caribe, contribui com o debate sobre educação e atua na construção de uma agenda educativa latino-americana, assim como nos processos de incidência nas políticas educativas de todos os países e regiões.

A Campanha entende que tanto a desigualdade social que marca nossos países como as muitas formas de discriminação que aqui persistem  (injustiça manifesta como indivisível, na prática), são o motor principal da exclusão social e educacional vivida pelo continente e principal obstáculo à concretização do direito à educação e outros direitos humanos.

* p.40: Foto de alfabetizanda do programa Vale Alfabetizar, município Moju (PA), 2007.

Assunto
1. Educação; 2. Educação - América Latina e Caribe; 3. Direitos humanos; 4. Educação de Jovens e Adultos; 5. Direito à educação; 6. Discriminação; 7. Exclusão social e educacional; 8. População afrodescente; 9. Racismo; 10. Indígenas
Fonte
Clade
Publicação
13/12/2010
Anexo
4
Título
Censo Gife 2009-2010
Resumo

Gife - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas.- São Paulo: Gife, 2010.

89p.

ISSN 1983-9103


O Censo GIFE, mapeamento bienal que a Rede GIFE faz sobre o Investimento Social Privado (ISP) de seus associados, traz em sua 5ª edição um dossiê especial sobre Cultura. Nele, é possível notar que, apesar de ser a segunda principal área de atuação, apenas quatro associados (de um total de 102 pesquisados), se dedicam prioritariamente à Cultura.


A 3ª edição da pesquisa BISC (Benchmarking do Investimento Social Corporativo), realizada pela Comunitas, demonstra que  o maior incentivo utilizado entre as empresas do grupo foram os incentivos federais à cultura (94%).


Além disso, os organizadores da pesquisa procuraram distinguir os recursos destinados a patrocínios dos que apoiam iniciativas culturais destinadas à promoção social de comunidades pobres. Contrariando as expectativas, a parcela de recursos da cultura destinada às comunidades é maior do que aquela voltada para os patrocínios: 56% e 44%, respectivamente.


Os resultados da pesquisa BISC 2010 estão publicados no relatório que acaba de sair e também na versão eletrônica, em www.comunitas.org.br.

Fonte
Gife, 26 nov. 2010
Publicação
06/12/2010
Anexos

Censo Gife
5
Título
Terceira Oficina de Cooperação Sul-Sul entre Países de Língua Oficial Portuguesa sobre Educação de Jovens e Adultos: relatório final, Praia,Cabo Verde, 14 a 16 de outubro de 2009
Resumo

Brasília: Unesco,Ministério da Educação/ Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2010.

Publicação bilíngue: português e inglês



A Terceira Oficina de Cooperação Sul-Sul entre Países de Língua Oficial Portuguesa sobre Educação de Jovens e Adultos foi organizada com os seguintes objetivos: avaliar o grau de cumprimento do Plano Estratégico de Rede de Cooperação Sul-Sul entre Países de Língua Oficial Portuguesa sobre Educação de Jovens e Adultos, bem como estabelecer um novo plano com o respectivo agendamento das ações a serem desenvolvidas em 2010-2011. O presente relatório registra as discussões realizadas na terceira oficina e a previsão dos próximos passos.

Assunto
1. Educação de Adultos; 2. Programas educacionais de adultos; 3. Cooperação Internacional; 4. Cooperação técnica; 5. Países de Língua Portuguesa; 6. Educação de Jovens e Adultos; 7. Tecnologias da informação; 8. Formação de formadores; 9. Formação de alfabetizadores; 10. Educação não formal
Fonte
Unesco Brasil, 22 nov. 2010
Publicação
25/11/2010
Anexo
6
Autor
Franco, Augusto de
Título
Democracia : um programa autodidático de aprendizagem
Resumo
São Paulo : Escola de Redes, 2010. (Escola de Redes; 4)
252p.

Este livro apresenta uma visão contemporânea e inovadora da democracia, que, segundo o autor, poderia ser resumida em duas sentenças, com epígrafes para a obra: a democracia é um erro no script do Matrix e a democracia é uma janela para o simbionte poder respirar.

Um programa de aprendizagem
Este programa oferece um roteiro que poderia ser chamado de alfabetização democrática.
É apenas um estímulo à sua aprendizagem.
Do roteiro constam textos provocativos e indicações de leitura.
Assunto
1. Democracia; 2. Política; 3. Sociedade; 4. Alfabetização democrática
Publicação
08/11/2010
Anexo
7
Autor
RIOS, Guilherme Veiga
Título
Linguagem e alfabetização de adultos: uma perspectiva crítico-ideológica
Resumo
O livro Linguagem e alfabetização de adultos: uma perspectiva crítico-ideológica - em formato eletrônico, está abrigado na Biblioteca Online de Ciências da Comunicação, da Universidade de Covilhã, Portugal. A obra apresenta uma proposta linguístico-pedagógica para alfabetização de adultos inspirada em uma tradição que vai de Paulo Freire aos linguistas britânicos da Universidade de Lancaster, Reino Unido. O trabalho foi realizado no Curso de Alfabetização de Jovens e Adultos do Centro de Desenvolvimento e Cultura do Paranoá-DF (CEDEP). Contém uma breve historiografia da educação formal e educação de adultos no Brasil desde meados da Primeira República, uma pequena exposição de algumas teorias explanatórias do fracasso escolar nas camadas populares no velho e novo continente, uma discussão entre consciência linguística e consciência linguística crítica e, por fim, uma análise crítica do discurso em sala de aula no contexto da alfabetização de adultos nessas camadas.
Assunto
1. Educação; 2. Educação de adultos; 3. Alfabetização de jovens e adultos; 4. Linguagem; 5. Letramento; 6. Programas de alfabetização; 7. Mobral
Fonte
Biblioteca on-line de Ciências da Comunicação
Publicação
08/11/2010
8
Título
Sustentabilidade das ONGs no Brasil: acesso a recursos privados
Resumo

Associação Brasileira de ONGs.-- São Paulo : Abong, 2010.
91p.

ISBN 978-85-8850211-6

A partir de uma pesquisa realizada ao longo do ano de 2008, com colaboração de diversas organizações associadas, o livro traz um volume significativo de informações sobre a relação entre as organizações e os fundos privados, com o objetivo de contribuir para o aprofundamento do debate sobre sustentabilidade e dar uma panorama de como as organizações da sociedade civil têm enfrentado novos desafios para manter suas estruturas e projetos em funcionamento.

Assunto
1. Ação social; 2. Organização não governamentais; 3. Responsabilidade social; 4. Responsabilidade social empresarial; 5. Investimento social privado; 6. Pesquisa social
Fonte
Abong
Publicação
30/09/2010
Anexo
9
Título
EDUCAÇÃO : um tesouro a descobrir
Resumo
Unesco; tradução de Guilherme João de Freitas Teixeira.-- Brasília : Unesco, 2010.

Relatório para a Unesco da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI: destaques.

Título original: Learning: the theasure within; report to Unesco of the International Commission on Education for the Twenty-first Century (highlights). Paris: Unesco, 1996.


Edição dos destaques da publicação do Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, editado originalmente pela UNESCO em 1996. Essa publicação fornece as principais pistas e recomendações do Relatório original para o delineamento de uma nova concepção pedagógica para o século XXI.
Assunto
1. Educação; 2. Educação ao longo da vida; 3. Educação básica; 4. Educação secundária; 5. Universidades; 6. Comunidade; 7. Reforma educacional; 8. Desenvolvimento humano; 9. Política educacional ; 10. DELORS, Jacques; 11. TEIXEIRA, Guilherme João de Freitas
Fonte
Unesco, 17 ago. 2010
Publicação
24/08/2010
Anexo
10
Título
Caminhos do direito de aprender: boas práticas de 26 municípios que melhoraram a qualidade da educação
Resumo

[Coordenação de] Unicef.- Brasília, DF: Unicef, 2010.

119 p.

ISBN 978-85-87685-15-5


A publicação retrata experiências de 26 municípios que conseguiram melhorar de maneira considerável o seu Ideb entre 2005 e 2007.

A pesquisa foi uma iniciativa do UNICEF e da Undime, em parceria com o MEC e o Inep e foi realizada entre outubro de 2008 e março de 2009, o estudo abrangeu municípios de diferentes portes - de 3.814 (Pejuçara/RS) a 720.070 habitantes (Campo Grande/MS) - , contemplando todos os estados da federação. Foram entrevistados dirigentes municipais de educação, professores, alunos, pais, funcionários, coordenadores pedagógicos e parceiros das redes, tendo como questão central os fatores responsáveis pela melhoria do Ideb no município.

Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Educação brasileira; 3. Avaliação educacional; 4. Educação básica; 5. Gestão educacional; 6. Pesquisa educacional; 7. Educação de qualidade
Fonte
Cenpec, 26 jul. 2010
Publicação
30/07/2010
Anexo
11
Título
Desafios da conjuntura
Resumo

Ação Educativa Assessoria Pesquisa e Informação, v.1, n. 28, jun. 2010.

Editor: Mariângela Graciano
ISSN 1984-7319 (on-line)
ISSN 1984-7327 (impresso)


Três anos após a sua criação pelo governo federal, o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) ainda é um desafio para pesquisadores e pessoas atuantes na área, que têm dificuldade em fazer seu monitoramento e avaliar o impacto do plano sobre a educação brasileira.
 
A análise sobre a implantação das ações e programas que estruturam o plano é o foco da edição 28 do “Desafios da Conjuntura”, produzido pelo Observatório da Educação.
 
Inspirada no debate “O Plano de Desenvolvimento da Educação – resultados e desafios”, realizada em setembro de 2009 na Ação Educativa, a publicação contém artigos, entrevistas, análises da cobertura midiática e reportagens sobre o PDE.
 
O ministro da Educação Fernando Haddad, a pesquisadora da USP Maria Clara di Pierro, a deputada federal Maria do Rosário e o presidente do Conselho Nacional da Educação, César Callegari, são alguns dos entrevistados. Os artigos de Maria do Carmo Brant Carvalho, Sérgio Haddad e Clemente Ganz Lúcio discutem os resultados e desafios do plano.

A versão impressa será disponibilizada gratuitamente às pessoas interessadas no tema, que devem entrar em contato com o Observatório da Educação.
 
Contatos: observatorio@acaoeducativa.org/ (11) 3151-2333 ramais 170 e 175

Faça o download do caderno na íntegra, em PDF.

Assunto
1. Educação; 2. Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE); 3. Política educacional; 4. Plano de Educação. 5. Direito à Educação; 6. Qualidade da Educação
Fonte
Observatório da Educação, 29 jul. 2010
Publicação
29/07/2010
Anexo
12
Título
Estudos e pesquisas educacionais, n. 1
Resumo

Fundação Victor Civita, 2010.
341 p.

Estudos realizados em 2007, 2008 e 2009

Vários autores
ISSN 2177-533X


Esta obra tem como objetivo fazer circular informações relevantes sobre Educação entre pesquisadores, universidades, organizações não-governamentais, institutos de pesquisa e gestores públicos. Estudos e Pesquisas Educacionais busca oferecer informações que apoiem as reflexões e debates sobre os temas apresentados, tanto dentre aqueles que tomam decisões a respeito de políticas públicas quanto no âmbito acadêmico, visando a melhoria da qualidade da Educação Básica brasileira.

Veja abaixo o sumário da publicação e faça o download da íntegra dos artigos, em PDF.

Sumário

2007

Ser professor: uma pesquisa sobre o que pensa o docente das principais capitais brasileiras
Instituto Paulo Montenegro

2008

A aspiração das famílias por melhores escolas públicas
Nilson Vieira Oliveira, Patricia Mota Guedes (Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial)

Formação de professores para o ensino fundamental: instituições formadoras e seus currículos
Bernardete A. Gatti, Marina M. R. Nunes, Nelson A. S. Gimenes, Gisela Lobo B. P. Tartuce, Sandra G. Unbehaum (Fundação Carlos Chagas)

2009

A atratividade da carreira docente no Brasil
Bernardete A. Gatti, Gisela Lobo B. P. Tartuce, Marina M. R. Nunes, Patrícia C. Albieri de Almeida (Fundação Carlos Chagas)

Gestão escolar nas escolas públicas de ensino básico das principais capitais brasileiras: o perfil do protagonista
Instituto Paulo Montenegro

Gestão escolar e qualidade da Educação: um estudo sobre dez escolas paulistas
Fernando Luiz Abrucio (Fundação Getulio Vargas)

O uso dos computadores e da internet em escolas públicas de capitais brasileiras
Roseli de Deus Lopes, Irene Karaguilla Ficheman, Alexandre Antonino Gonçalves Martinazzo, Ana Grasielle Dionisio Correa, Valkíria Venâncio, Ho Tsung Yin, Leandro Coletto Biazon (Laboratório de Sistemas Integráveis/Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos/Escola Politécnica da Universidade de São Paulo)

Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Formação de professores; 3. Currículo; 4. Professores; 5. Carreira docente; 6. Gestão escolar; 7. Tecnologias; 8. Internet; 9. Pesquisas educacionais
Fonte
Fundação Victor Civita
Publicação
29/07/2010
Anexo
13
Título
Relatório global sobre aprendizagem e educação de adultos
Resumo

Brasília: UNESCO Brasilia; Hamburgo: UIL, 2010.

155 p. ;  il.


ISBN: 978-85-7652-120-4

Título original: Global Report on Adult and Learning Education.Hamburgo: UIL, 2009.

O primeiro Relatório Global sobre Aprendizagem e Educação de Adultos é baseado em 154 Relatórios Nacionais submetidos pelos Estados-Membros da Unesco sobre a situação da aprendizagem e educação de adultos, além de cinco Relatórios-Síntese Regionais e literatura auxiliar. O propósito do Relatório é prover uma visão geral das tendências nessa área, identificar seus principais desafios, servir como um documento referencial e uma ferramenta de advocacy da área, bem como uma contribuição para a Confintea VI.

Assunto
1. Educação de adultos; 2. Educação ao Longo da Vida; 3. Alfabetização de adultos; 4. Acesso à educação; 5. Qualidade educacional; 6. Financiamento educacional; 7. Estatística educacional
Fonte
Unesco, 22 jul. 2010
Publicação
23/07/2010
Anexo
14
Título
Construção coletiva : contribuições à Educação de Jovens e Adultos
Resumo
[Organização de] Cláudia Lemos Vóvio, Timothy Denis Ireland.-- Brasília : Unesco, Mec, Raab, 2005.  (Coleção educação para todos; 3)
362p.

ISBN 85-7652-049-4
Vários autores


Este volume. o n. 3 da Coleção, reúne textos originalmente publicados na Revista Alfabetização e Cidadania, editada pela Rede de Apoio à Ação Alfabetizadora do Brasil (Raab), que se dedica ao intercâmbio e à sistematização de experiências e à formação de educadores(as) de jovens e adultos sob inspiração do paradigma da educação popular e da mobilização em torno de políticas públicas para a área.
Assunto
1. Educação; 2. Educação de Jovens e Adultos; 3. Políticas públicas; 4. Alfabetização de adultos; 5. Aluno trabalhador; 6. Oralidade e escirta; 7. Currículo; 8. Educação matemática; 9. Formação de educadores; 10. Pedagogia do Movimento
Fonte
Unesco
Publicação
12/07/2010
Anexo
15
Título
Seis anos de Educação de Jovens e Adultos no Brasil, os compromissos e a realidade
Resumo
[Coordenação de ] Maria Clara di Pierro.-- São Paulo : Ação Educativa, 2003.


Seis anos após a realização da V Conferência Internacional de Educação de Adultos (Hamburgo, 1997), faz uma revisão da evolução das políticas públicas para esse ciclo de vida, avaliando os progressos realizados nesse período em direção aos compromissos estabelecidos na Declaração de Hamburgo e na Agenda para o Futuro. Privilegia as temáticas da alfabetização e educação escolar fundamental de pessoas jovens e adultas, que são direitos universais dos cidadãos brasileiros e constituem a principal chave de acesso à cultura e à informação na sociedade contemporânea.
Assunto
1. Educação; 2. Educação de Jovens e Adultos; 3. Educação e Estado - Brasil; 4. ABBONIZIO, Aline Cristina de Oliveira; 5. GRACIANO, Mariângela
Fonte
Ação Educativa
Publicação
12/07/2010
Anexo
16
Título
A reforma educacional de Nova York: possibilidades para o Brasil
Resumo

Norman Gall, Patrícia Mota Guedes.- São Paulo : Fundação Itaú Social, Instituto Fernand Braudel, 2009.
135 p.

ISBN 978-85-62780-00-4

A publicação é resultado de uma pesquisa de campo sobre a reforma educacional que vem sendo implantada na cidade norte-americana desde 2002.

A pesquisa que originou a publicação teve início em 2007, quando o Instituto Fernand Braudel esteve em Nova York. Com a parceria com a Fundação Itaú Social, os pesquisadores voltaram em 2009 àquela cidade e também a Chicago, Baltimore e Washington-DC, para aprofundar a pesquisa inicial nas redes públicas locais.

A publicação reúne informações que mostram como, após décadas de resultados de aprendizado declinantes, baixas expectativas e apatia institucional, Nova York conseguiu implantar em sua rede ações que resultaram em aumentos significativos nas porcentagens de estudantes que dominam as competências e conteúdos adequados à sua série. Em 2009, 82% dos alunos de 3ª e 8ª séries atingiram os padrões estaduais adequados de desempenho em matemática, sendo que em 2006 esse índice era de apenas 57%. O déficit de desempenho entre estudantes negros e brancos também diminuiu de 31% em 2006 para 17% em 2009.

A reforma educacional de Nova York implementou mudanças como maior autonomia escolar, avaliação e responsabilização por resultados, apoio presencial ao professor, participação da família, segurança escolar e desenvolvimento de lideranças.

O estudo está organizado em capítulos temáticos, selecionados de acordo com a
relevância do tema para as mudanças do sistema de ensino de Nova York. São eles:
1. Descentralização e autonomia escolar: Empowerment Schools;
2. Monitoramento e Responsabilização por Resultados: O Princípio de Accountability;
3. Professores mentores e o apoio presencial ao professor em sala de aula: Coaching;
4. Coordenadores de pais: aproximação entre a escola e a família;
5. Vias alternativas para seleção e contratação de professores e diretores;
6. Segurança escolar;
7. A participação do setor privado: as escolas charter;
8. Relação com os sindicatos;
9. Desdobramentos da Reforma de Nova York: Baltimore e Washington D.C.

Assunto
1. Educação; 2. Avaliação; 3. Capacitação; 4. Família; 5. Escola e família; 6. Escolas charter de gestão
Fonte
Fundação Itaú Social
Publicação
30/06/2010
Anexo
17
Título
Cadernos temáticos
Resumo

Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica.- Brasília : Setec, 2010.  (Série Cadernos temáticos)

Agricultura, n. 21, mar. 2010.  
Desenvolvimento e sustentabilidade, 22, mar. 2010. 
Comunidade, n. 23, mar. 2010. 
Comunicação e Cultura, n. 24, mar. 2010
Indústria e comércio, n. 25, mar. 2010.


A Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica lançou a quinta edição da série Cadernos Temáticos.

Os cadernos são publicados desde 2004. A publicação reúne reportagens, artigos científicos e relatos de experiências desenvolvidas em instituições federais de educação profissional. Nesta edição, os temas são Comunicação e Cultura; Agricultura e Recursos Naturais; Indústria e Comércio Comunidade; Desenvolvimento e Sustentabilidade.

Uma das matérias publicadas conta a história das alunas do curso técnico em design gráfico do Instituto Federal do Maranhão, Jessyca Azevedo, Rhaissa Oliveira e Tais Moreira. Com preocupações ambientais, as estudantes pesquisaram móveis escolares ecologicamente corretos. Como resultado, montaram um projeto com uma linha de móveis produzidos a partir de materiais reutilizáveis como papelão, lona e acrílico.

Já o Instituto Federal do Pará resolveu analisar o conceito de raça e sua abordagem por alguns professores das disciplinas de História, Ensino da Arte, Língua Portuguesa, Geografia e Biologia do Ensino Médio de 12 escolas (cinco públicas e sete particulares) da região metropolitana de Belém. 

O artigo de Francisca Carneiro Ventura e Ilane Ferreira Cavalcante Proeja e inclusão escolar no Isntituto Federal do Rio Grando Norte - um estudo de caso, publicado no Caderno temático n. 23, fundamenta-se no paradigma da inclusão, que percebe o sujeito com suas singularidades, cujos objetivos são o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos na escola e na sociedade. Seu objetivo é refletir sobre o paradigma da inclusão escolar na perspectiva desse Programa, por meio de coleta e análise de dados para identificar construções teóricas e metodológicas inclusivas, a partir de autores que tratam da Educação de Jovens e Adultos, do ensino integrado e da educação inclusiva, articulando a base teórica com as orientações do documento base do Proeja, do projeto político eedagógico do Instituto FEderal do Rio Grande do Norte e com o processo de ensino e aprendizagem, discutindo as necessidaees especiais que podem estar interferindo no modo de ser e atuar dos estudantes.

Assunto
1. Educação profissional; 2. Inclusão social; 3. Inclusão escolar; 4. Proeja; 5. Oralidade; 6. Inclusão digital; 7. Trabalho e juventude; 8. Educação de Jovens e Adultos; 9. Tecnologias; 10. Ensino médio; 11. Formação de docentes; 12. Educação nutricional
Fonte
Mec, 21 jun. 2010
Publicação
22/06/2010
Anexos

Indústria e Comércio

Comunicação e Cultura

Desenvolvimento e Sustentabilidade

Comunidade

Agricultura
18
Título
(Des)encontros de leitura
Resumo

Edite Marques Moura.- Recife : Edições Bagaço, 2010.
194 p.

ISBN: 8537307211
ISBN-13: 9788537307212

Neste livro a autora reúne cinco trabalhos, uma coletânea de alguns textos produzidos a partir de 1998, dos quais o primeiro, a monografia, tem como título Leitura: inferências e escolarização, elaborada sob a orientação da professora Elizabeth Marcuschi. O segundo estudo publicado é "Estudantes de EJA: sua compreensão de textos, sua leitura do mundo", apresentado como Dissertação de Mestrado ao Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística da Universidade Federal de Pernambuco, em agosto de 2002, com o título "Leitura na Educação de Jovens e Adultos: paráfrase ou polissemia?", sob a orientação da professora Marígia Viana.

Os demais textos: Leituras na vida e na escola: cenas de letramentos, Leitura do mundo na escola: é possível? e Leituras dos alunos e leituras dos professores: você entendeu o que eu disse? são discussões que buscam responder a inquietações experimentadas pela própria autora ou por professores\professoras de diversos níveis do ensino, ou ainda estudantes de licenciaturas ou de pós-graduação, na capital e no interior do Estado de Pernambuco, ou mesmo em Encontros de socialização de experiências com estudantes jovens e adultos ou de crianças.

Na realidade, trata-se de uma socialização de experiências sobre leituras e leitores.



Faça o download do texto de apresentação do livro.



* Edite Marques de Moura é licenciada em Letras pela UNICAP. Doutoranda em Letras\Linguística pela Universidade Presbiteriana Mackenzie – São Paulo, com previsão para defesa da Tese em dezembro\2010. Atualmente, coordena o ProJovem Urbano, em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco; também chefia o Núcleo de Educação de Jovens e Adultos do mesmo município, ao qual estão ligados também o Programa Brasil Alfabetizado e a AlfaSol (executado em 2009). Tem Mestrado em Lingüística pela UFPE, e é especialista em Avaliação e Aprendizagem de Língua Portuguesa, também pela mesma Universidade.

Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Educação de Jovens e Adultos; 3. Leitura: 4. Alfasol; 5. Projovem
Publicação
22/06/2010
Anexo

Texto de apresentação
autor: Edite Marques Moura
19
Título
Experiências e desafios na formação de professores indígenas no Brasil
Resumo
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais. Em Aberto, v. 20, n. 76, fev. 2003

ISSN 0104-1037

A proposta de formar índios como professores para atuarem nas escolas de aldeias é, sem dúvida, a principal novidade que impulsiona os novos modelos de escola em comunidades indígenas. Os vários projetos de formação de professores indígenas, em andamento em diferentes regiões do País, vêm demonstrando que isto não só é possível como desejável e altamente rentável em trmos pedagógicos e políticos, afastando-se, com isso, do modelo em que professores não-índios lecionavam em português para alunos monolíngës em suas línguas maternas, assessorados por monitores indígenas responsáveis pela tradução daquilo que se pretendia ensinar. Assim, o que se assiste hoje em todo o Brasil é a difusão de um novo modelo em que índios pertencentes a suas respectivas comunidades são por elas escolhidos para serem formados e assumirem a docência das escolas indígenas, enquanto protagonistas de uma nova proposta de educação.

(Informações extraídas do texto de apresentação)



Vol. 20, No 76 (2003)
Sumário
Apresentação
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Luís Donisete Benzi Grupioni  
Enfoque - Qual é a questão?
Experiências e desafios na formação de professores indígenas no Brasil
Luís Donisete Benzi Grupioni  

Pontos de vista - O que pensam outros especialistas?

Registros de práticas de formação
Nietta Lindenberg Monte  

Propostas para a formação de professores indígenas no Brasil
Wilmar da Rocha D’Angelis  

Educação e Diferença: a formação de professores indígenas em Mato Grosso
Edmundo Antonio Peggion  

A formação de educadores indígenas para as escolas xinguanas
Maria Cristina Troncarelli, Estela Würker, Jackeline Rodrigues Mendes, Kátia Silene Zorthêa  

Krenak, Maxakali, Pataxó e Xakriabá: a formação de professores indígenas em Minas Gerais  
Mara Vanessa Dutra, Zélia Rezende, Márcia Maria Spyer Resende, Kleber Gesteira Mattos, Maria Inês de Almeida, Myriam Martins Álvares, Lilavate Izapovitz Romanelli  

A educação de adultos e os povos indígenas no Brasil
Aracy Lopes da Silva  

Projeto educação Ticuna: arte e formação de professores indígenas
Jussara Gomes Gruber  

Espaço Aberto
Para construir novas práticas de formação de professores indígenas: documento final  
Algemiro Silva Karau Mirim, Aumerino Raposo da Silva, Boaventura Belizario, Bruno Ferreira, Euclides Pereira, Filadelfo de O. Neto, Francisca Novantino P. Angelo, Gilda Kuitá, Iolanda dos Santos Mendonça, Isaac da Silva Pinhanta, Joaquim Paulo Kaxinawa, Marcelo Pereira de Souza, Raimundo Leopardo Ferreira, Salvino dos Santos Braz Kanatyo, Teresinha Pereira da Silva/Teka  

Referenciais para a formação de professores indígenas: um livro do MEC como bússola para a escolaridade
Betty Mindlin  

O ponto de vista dos professores indígenas: entrevistas com Joaquim Maná Kaxinawá, Fausto Mandulão Macuxi e Francisca Novantino Pareci
Luís Donisete Benzi Grupioni  

Resenhas
Experiências e desafios na formação de professores indígenas no Brasil
Celia Letícia Gouvêa Collet, Ricardo Cavalcanti, Clarice Cohn, Antonella Maria Imperatriz Tassinari  

Bibliografia
A educação indígena na academia: inventário comentado de dissertações e teses sobre educação escolar indígena no Brasil (1978-2002)
Luís Donisete Benzi Grupioni
Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Índios - Brasil; 3. Educação escolar indígena; 4. Formação de professores indígenas; 5. Educação de adultos indígenas; 6. Professores indígenas
Fonte
INEP
Publicação
04/06/2010
Anexo
20
Título
Relatório mundial da UNESCO em diversidade cultural, resumo: investir na diversidade cultural e no diálogo intercultural: análise das iniciativas recentes, exemplos concretos, estudos de caso e experiências exitosas
Resumo

Brasília: UNESCO Brasilia; Paris: UNESCO, Delegação Permanente de Portugal junto à UNESCO, Delegação Permanente do Brasil junto à UNESCO, 2010.
40 p.

O tema da diversidade cultural vem suscitando um interesse notável desde o começo do  século XXI e suas interpretações têm sido variadas e mutáveis. Para alguns, a diversidade cultural é intrinsecamente positiva na medida em que se refere a um intercâmbio da riqueza inerente a cada cultura do mundo e, assim, aos vínculos que nos unem nos processos de diálogo e de troca. Para outros, as diferenças culturais fazem-nos perder de vista o que temos em comum na condição de seres humanos constituindo, assim, a raiz de numerosos conflitos. Este segundo diagnóstico parece hoje mais crível uma vez que a globalização aumentou os pontos de interação e fricção entre as culturas, originando tensões, fraturas e reivindicações relativas à identidade, particularmente a religiosa, que se convertem em fontes potenciais de conflito. Por conseguinte, o desafio fundamental consistiria em propor uma perspectiva coerente da diversidade cultural e, portanto, clarificar que longe de ser uma ameaça, a diversidade pode ser benéfica para a ação da comunidade internacional.

É esse o objetivo essencial do Relatório Mundial Investindo na Diversidade Cultural e no Diálogo Intercultural produzido pela UNESCO com a colaboração de especialistas de vários países do mundo. O estudo mostra a importância da diversidade cultural nos mais variados domínios de intervenção (línguas, educação, comunicação e criatividade)  e oferece sólidos argumentos para decisores e atores sociais sobre a importância de se investir na diversidade cultural como dimensão essencial do diálogo intercultural, na construção de estratégias para o desenvolvimento sustentável, na garantia do exercício das liberdades e dos direitos humanos e no fortalecimento da coesão social e da boa governança.

Assunto
1. Diversidade cultural; 2. Línguas; 3. Diversidade linguística; 4. Educação; 5. Direito à educação; 6. Educação multicultural; 7. Desenvolvimento sustentável; 8. Sustentabilidade ambiental; 9. Direitos humanos
Fonte
Unesco, 28 maio 2010
Publicação
01/06/2010
Anexo
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