editado por Joseph Ki-Zerbo.- Brasília: UNESCO, Secad/MEC, UFSCar, 2010.
8v.
Publicada em oito volumes, a coleção História geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. A coleção História geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.
O download gratuito pode ser feito por aqui.
Conheça os títulos da coleção:
•Volume I: Metodologia e Pré-História da África
ISBN: 978-85-7652-123-5
•Volume II: África Antiga
ISBN: 978-85-7652-124-2
•Volume III: África do século VII ao XI
ISBN: 978-85-7652-125-9
•Volume IV: África do século XII ao XVI
ISBN: 978-85-7652-126-6
•Volume V: África do século XVI ao XVIII
ISBN: 978-85-7652-127-3
•Volume VI: África do século XIX à década de 1880
ISBN: 978-85-7652-128-0
•Volume VII: África sob dominação colonial, 1880-1935
ISBN: 978-85-7652-129-7
•Volume VIII: África desde 1935
ISBN: 978-85-7652-130-3
ISSN 0104-4036
Ensaio é uma publicação trimestral organizada pela Fundação Cesgranrio do Rio de Janeiro.
A edição n. 18, apresenta pesquisas e artigos de especialistas da área de educação, com foco nas questões de avaliação e políticas públicas. O primeiro trabalho apresentado na edição "Violências escolares, implicações para a gestão e o currículo" de Cândido Gomes traz o resultado de várias pesquisas exploratórias com o objetivo de investigar as violências entre alunos e professores e algumas de suas implicações práticas. Ludmila Oliveira Cavalcanti no artigo "Das políticas ao cotidiano: entraves e possibilidades para a educação do campo alcançar as escolas no rural", debate o questionamento da viabilidade das políticas de educação do campo nos territórios do rural brasileiro, analisando a política de direitos e a cultura de direitos. Claudio Moura e Castro em "A saga do computador mal-amado" nos mostra que a tecnologia tão abundante, criativa e confiável é uma grande aliada da educação, afirmando, entretanto, que as escolas acadêmicas não conseguem utilizar com sucesso tais recursos.
Conheça os trabalhos publicados na edição.
Sumário
Violências escolares: implicações para a gestão e o currículo
Gomes, Cândido
O SINAES na universidade pública estadual: análise do processo de construção da avaliação interna na Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
Vieira, Regina Lúcia Bastos; Freitas, Kátia Siqueira de
Determinantes da escolarização de crianças e adolescentes em situação de rua no estado de Minas Gerais
Ferreira, Frederico Poley Martins; Nogueira Junior, Reginaldo Pinto; Costa, Bruno Lazzarotti Diniz
Políticas públicas para a educação gerontológica na perspectiva da inserção social do idoso: desafios e possibilidades
Alves, Vicente Paulo; Vianna, Lucy Gomes
A experiência social e escolar dos jovens do Ensino Secundário: contributos de um estudo sociológico
Santos, Maria Cecília Pereira dos
A alfabetização de crianças de 1° e 2° ano do Ensino Fundamental de 9 anos: uma contribuição para a definição de uma Matriz de Competências e Habilidades de leitura, escrita e matemática
Fontanive, Nilma; Klein, Ruben; Marino, Leandro; Abreu, Mariza; Bier, Sônia E.
Das políticas ao cotidiano: entraves e possibilidades para a educação do campo alcançar as escolas no rural
Cavalcante, Ludmila Oliveira Holanda
A política educacional do primeiro governo Petista de São Carlos-SP (2001-2004)
Silva, Ana Paula Rodrigues da; Ferreira Junior, Amarilio
Avaliação e natureza administrativa das instituições de ensino superior
Gomes, Magno Federici
Página Aberta
Saga do computador mal-amado
Castro, Claudio de Moura
Campaña Latinoamericana por el Derecho a la Educación.- São Paulo : Clade, 2010.
48p.
A CLADE é uma articulação plural de organizações da sociedade civil que atuam na defesa do direito à educação de qualidade, público e gratuito, de responsabilidade do Estado, para todos e todas. A Campanha, presente em 19 países da América Latina e Caribe, contribui com o debate sobre educação e atua na construção de uma agenda educativa latino-americana, assim como nos processos de incidência nas políticas educativas de todos os países e regiões.
A Campanha entende que tanto a desigualdade social que marca nossos países como as muitas formas de discriminação que aqui persistem (injustiça manifesta como indivisível, na prática), são o motor principal da exclusão social e educacional vivida pelo continente e principal obstáculo à concretização do direito à educação e outros direitos humanos.
* p.40: Foto de alfabetizanda do programa Vale Alfabetizar, município Moju (PA), 2007.
Gife - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas.- São Paulo: Gife, 2010.
89p.
ISSN 1983-9103
O Censo GIFE, mapeamento bienal que a Rede GIFE faz sobre o Investimento Social Privado (ISP) de seus associados, traz em sua 5ª edição um dossiê especial sobre Cultura. Nele, é possível notar que, apesar de ser a segunda principal área de atuação, apenas quatro associados (de um total de 102 pesquisados), se dedicam prioritariamente à Cultura.
A 3ª edição da pesquisa BISC (Benchmarking do Investimento Social Corporativo), realizada pela Comunitas, demonstra que o maior incentivo utilizado entre as empresas do grupo foram os incentivos federais à cultura (94%).
Além disso, os organizadores da pesquisa procuraram distinguir os recursos destinados a patrocínios dos que apoiam iniciativas culturais destinadas à promoção social de comunidades pobres. Contrariando as expectativas, a parcela de recursos da cultura destinada às comunidades é maior do que aquela voltada para os patrocínios: 56% e 44%, respectivamente.
Os resultados da pesquisa BISC 2010 estão publicados no relatório que acaba de sair e também na versão eletrônica, em www.comunitas.org.br.
Brasília: Unesco,Ministério da Educação/ Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2010.
Publicação bilíngue: português e inglês
A Terceira Oficina de Cooperação Sul-Sul entre Países de Língua Oficial Portuguesa sobre Educação de Jovens e Adultos foi organizada com os seguintes objetivos: avaliar o grau de cumprimento do Plano Estratégico de Rede de Cooperação Sul-Sul entre Países de Língua Oficial Portuguesa sobre Educação de Jovens e Adultos, bem como estabelecer um novo plano com o respectivo agendamento das ações a serem desenvolvidas em 2010-2011. O presente relatório registra as discussões realizadas na terceira oficina e a previsão dos próximos passos.
Associação Brasileira de ONGs.-- São Paulo : Abong, 2010.
91p.
ISBN 978-85-8850211-6
A partir de uma pesquisa realizada ao longo do ano de 2008, com colaboração de diversas organizações associadas, o livro traz um volume significativo de informações sobre a relação entre as organizações e os fundos privados, com o objetivo de contribuir para o aprofundamento do debate sobre sustentabilidade e dar uma panorama de como as organizações da sociedade civil têm enfrentado novos desafios para manter suas estruturas e projetos em funcionamento.
[Coordenação de] Unicef.- Brasília, DF: Unicef, 2010.
119 p.
ISBN 978-85-87685-15-5
A publicação retrata experiências de 26 municípios que conseguiram melhorar de maneira considerável o seu Ideb entre 2005 e 2007.
A pesquisa foi uma iniciativa do UNICEF e da Undime, em parceria com o MEC e o Inep e foi realizada entre outubro de 2008 e março de 2009, o estudo abrangeu municípios de diferentes portes - de 3.814 (Pejuçara/RS) a 720.070 habitantes (Campo Grande/MS) - , contemplando todos os estados da federação. Foram entrevistados dirigentes municipais de educação, professores, alunos, pais, funcionários, coordenadores pedagógicos e parceiros das redes, tendo como questão central os fatores responsáveis pela melhoria do Ideb no município.
Ação Educativa Assessoria Pesquisa e Informação, v.1, n. 28, jun. 2010.
Editor: Mariângela Graciano
ISSN 1984-7319 (on-line)
ISSN 1984-7327 (impresso)
Três anos após a sua criação pelo governo federal, o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) ainda é um desafio para pesquisadores e pessoas atuantes na área, que têm dificuldade em fazer seu monitoramento e avaliar o impacto do plano sobre a educação brasileira.
A análise sobre a implantação das ações e programas que estruturam o plano é o foco da edição 28 do “Desafios da Conjuntura”, produzido pelo Observatório da Educação.
Inspirada no debate “O Plano de Desenvolvimento da Educação – resultados e desafios”, realizada em setembro de 2009 na Ação Educativa, a publicação contém artigos, entrevistas, análises da cobertura midiática e reportagens sobre o PDE.
O ministro da Educação Fernando Haddad, a pesquisadora da USP Maria Clara di Pierro, a deputada federal Maria do Rosário e o presidente do Conselho Nacional da Educação, César Callegari, são alguns dos entrevistados. Os artigos de Maria do Carmo Brant Carvalho, Sérgio Haddad e Clemente Ganz Lúcio discutem os resultados e desafios do plano.
A versão impressa será disponibilizada gratuitamente às pessoas interessadas no tema, que devem entrar em contato com o Observatório da Educação.
Contatos: observatorio@acaoeducativa.org/ (11) 3151-2333 ramais 170 e 175
Faça o download do caderno na íntegra, em PDF.
Fundação Victor Civita, 2010.
341 p.
Estudos realizados em 2007, 2008 e 2009
Vários autores
ISSN 2177-533X
Esta obra tem como objetivo fazer circular informações relevantes sobre Educação entre pesquisadores, universidades, organizações não-governamentais, institutos de pesquisa e gestores públicos. Estudos e Pesquisas Educacionais busca oferecer informações que apoiem as reflexões e debates sobre os temas apresentados, tanto dentre aqueles que tomam decisões a respeito de políticas públicas quanto no âmbito acadêmico, visando a melhoria da qualidade da Educação Básica brasileira.
Veja abaixo o sumário da publicação e faça o download da íntegra dos artigos, em PDF.
Sumário
2007
Ser professor: uma pesquisa sobre o que pensa o docente das principais capitais brasileiras
Instituto Paulo Montenegro
2008
A aspiração das famílias por melhores escolas públicas
Nilson Vieira Oliveira, Patricia Mota Guedes (Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial)
Formação de professores para o ensino fundamental: instituições formadoras e seus currículos
Bernardete A. Gatti, Marina M. R. Nunes, Nelson A. S. Gimenes, Gisela Lobo B. P. Tartuce, Sandra G. Unbehaum (Fundação Carlos Chagas)
2009
A atratividade da carreira docente no Brasil
Bernardete A. Gatti, Gisela Lobo B. P. Tartuce, Marina M. R. Nunes, Patrícia C. Albieri de Almeida (Fundação Carlos Chagas)
Gestão escolar nas escolas públicas de ensino básico das principais capitais brasileiras: o perfil do protagonista
Instituto Paulo Montenegro
Gestão escolar e qualidade da Educação: um estudo sobre dez escolas paulistas
Fernando Luiz Abrucio (Fundação Getulio Vargas)
O uso dos computadores e da internet em escolas públicas de capitais brasileiras
Roseli de Deus Lopes, Irene Karaguilla Ficheman, Alexandre Antonino Gonçalves Martinazzo, Ana Grasielle Dionisio Correa, Valkíria Venâncio, Ho Tsung Yin, Leandro Coletto Biazon (Laboratório de Sistemas Integráveis/Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos/Escola Politécnica da Universidade de São Paulo)
Brasília: UNESCO Brasilia; Hamburgo: UIL, 2010.
155 p. ; il.
ISBN: 978-85-7652-120-4
Título original: Global Report on Adult and Learning Education.Hamburgo: UIL, 2009.
O primeiro Relatório Global sobre Aprendizagem e Educação de Adultos é baseado em 154 Relatórios Nacionais submetidos pelos Estados-Membros da Unesco sobre a situação da aprendizagem e educação de adultos, além de cinco Relatórios-Síntese Regionais e literatura auxiliar. O propósito do Relatório é prover uma visão geral das tendências nessa área, identificar seus principais desafios, servir como um documento referencial e uma ferramenta de advocacy da área, bem como uma contribuição para a Confintea VI.
Norman Gall, Patrícia Mota Guedes.- São Paulo : Fundação Itaú Social, Instituto Fernand Braudel, 2009.
135 p.
ISBN 978-85-62780-00-4
A publicação é resultado de uma pesquisa de campo sobre a reforma educacional que vem sendo implantada na cidade norte-americana desde 2002.
A pesquisa que originou a publicação teve início em 2007, quando o Instituto Fernand Braudel esteve em Nova York. Com a parceria com a Fundação Itaú Social, os pesquisadores voltaram em 2009 àquela cidade e também a Chicago, Baltimore e Washington-DC, para aprofundar a pesquisa inicial nas redes públicas locais.
A publicação reúne informações que mostram como, após décadas de resultados de aprendizado declinantes, baixas expectativas e apatia institucional, Nova York conseguiu implantar em sua rede ações que resultaram em aumentos significativos nas porcentagens de estudantes que dominam as competências e conteúdos adequados à sua série. Em 2009, 82% dos alunos de 3ª e 8ª séries atingiram os padrões estaduais adequados de desempenho em matemática, sendo que em 2006 esse índice era de apenas 57%. O déficit de desempenho entre estudantes negros e brancos também diminuiu de 31% em 2006 para 17% em 2009.
A reforma educacional de Nova York implementou mudanças como maior autonomia escolar, avaliação e responsabilização por resultados, apoio presencial ao professor, participação da família, segurança escolar e desenvolvimento de lideranças.
O estudo está organizado em capítulos temáticos, selecionados de acordo com a
relevância do tema para as mudanças do sistema de ensino de Nova York. São eles:
1. Descentralização e autonomia escolar: Empowerment Schools;
2. Monitoramento e Responsabilização por Resultados: O Princípio de Accountability;
3. Professores mentores e o apoio presencial ao professor em sala de aula: Coaching;
4. Coordenadores de pais: aproximação entre a escola e a família;
5. Vias alternativas para seleção e contratação de professores e diretores;
6. Segurança escolar;
7. A participação do setor privado: as escolas charter;
8. Relação com os sindicatos;
9. Desdobramentos da Reforma de Nova York: Baltimore e Washington D.C.
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica.- Brasília : Setec, 2010. (Série Cadernos temáticos)
Agricultura, n. 21, mar. 2010.
Desenvolvimento e sustentabilidade, 22, mar. 2010.
Comunidade, n. 23, mar. 2010.
Comunicação e Cultura, n. 24, mar. 2010
Indústria e comércio, n. 25, mar. 2010.
A Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica lançou a quinta edição da série Cadernos Temáticos.
Os cadernos são publicados desde 2004. A publicação reúne reportagens, artigos científicos e relatos de experiências desenvolvidas em instituições federais de educação profissional. Nesta edição, os temas são Comunicação e Cultura; Agricultura e Recursos Naturais; Indústria e Comércio Comunidade; Desenvolvimento e Sustentabilidade.
Uma das matérias publicadas conta a história das alunas do curso técnico em design gráfico do Instituto Federal do Maranhão, Jessyca Azevedo, Rhaissa Oliveira e Tais Moreira. Com preocupações ambientais, as estudantes pesquisaram móveis escolares ecologicamente corretos. Como resultado, montaram um projeto com uma linha de móveis produzidos a partir de materiais reutilizáveis como papelão, lona e acrílico.
Já o Instituto Federal do Pará resolveu analisar o conceito de raça e sua abordagem por alguns professores das disciplinas de História, Ensino da Arte, Língua Portuguesa, Geografia e Biologia do Ensino Médio de 12 escolas (cinco públicas e sete particulares) da região metropolitana de Belém.
O artigo de Francisca Carneiro Ventura e Ilane Ferreira Cavalcante Proeja e inclusão escolar no Isntituto Federal do Rio Grando Norte - um estudo de caso, publicado no Caderno temático n. 23, fundamenta-se no paradigma da inclusão, que percebe o sujeito com suas singularidades, cujos objetivos são o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos na escola e na sociedade. Seu objetivo é refletir sobre o paradigma da inclusão escolar na perspectiva desse Programa, por meio de coleta e análise de dados para identificar construções teóricas e metodológicas inclusivas, a partir de autores que tratam da Educação de Jovens e Adultos, do ensino integrado e da educação inclusiva, articulando a base teórica com as orientações do documento base do Proeja, do projeto político eedagógico do Instituto FEderal do Rio Grande do Norte e com o processo de ensino e aprendizagem, discutindo as necessidaees especiais que podem estar interferindo no modo de ser e atuar dos estudantes.
Edite Marques Moura.- Recife : Edições Bagaço, 2010.
194 p.
ISBN: 8537307211
ISBN-13: 9788537307212
Neste livro a autora reúne cinco trabalhos, uma coletânea de alguns textos produzidos a partir de 1998, dos quais o primeiro, a monografia, tem como título Leitura: inferências e escolarização, elaborada sob a orientação da professora Elizabeth Marcuschi. O segundo estudo publicado é "Estudantes de EJA: sua compreensão de textos, sua leitura do mundo", apresentado como Dissertação de Mestrado ao Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística da Universidade Federal de Pernambuco, em agosto de 2002, com o título "Leitura na Educação de Jovens e Adultos: paráfrase ou polissemia?", sob a orientação da professora Marígia Viana.
Os demais textos: Leituras na vida e na escola: cenas de letramentos, Leitura do mundo na escola: é possível? e Leituras dos alunos e leituras dos professores: você entendeu o que eu disse? são discussões que buscam responder a inquietações experimentadas pela própria autora ou por professores\professoras de diversos níveis do ensino, ou ainda estudantes de licenciaturas ou de pós-graduação, na capital e no interior do Estado de Pernambuco, ou mesmo em Encontros de socialização de experiências com estudantes jovens e adultos ou de crianças.
Na realidade, trata-se de uma socialização de experiências sobre leituras e leitores.
Faça o download do texto de apresentação do livro.
* Edite Marques de Moura é licenciada em Letras pela UNICAP. Doutoranda em Letras\Linguística pela Universidade Presbiteriana Mackenzie – São Paulo, com previsão para defesa da Tese em dezembro\2010. Atualmente, coordena o ProJovem Urbano, em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco; também chefia o Núcleo de Educação de Jovens e Adultos do mesmo município, ao qual estão ligados também o Programa Brasil Alfabetizado e a AlfaSol (executado em 2009). Tem Mestrado em Lingüística pela UFPE, e é especialista em Avaliação e Aprendizagem de Língua Portuguesa, também pela mesma Universidade.
Brasília: UNESCO Brasilia; Paris: UNESCO, Delegação Permanente de Portugal junto à UNESCO, Delegação Permanente do Brasil junto à UNESCO, 2010.
40 p.
O tema da diversidade cultural vem suscitando um interesse notável desde o começo do século XXI e suas interpretações têm sido variadas e mutáveis. Para alguns, a diversidade cultural é intrinsecamente positiva na medida em que se refere a um intercâmbio da riqueza inerente a cada cultura do mundo e, assim, aos vínculos que nos unem nos processos de diálogo e de troca. Para outros, as diferenças culturais fazem-nos perder de vista o que temos em comum na condição de seres humanos constituindo, assim, a raiz de numerosos conflitos. Este segundo diagnóstico parece hoje mais crível uma vez que a globalização aumentou os pontos de interação e fricção entre as culturas, originando tensões, fraturas e reivindicações relativas à identidade, particularmente a religiosa, que se convertem em fontes potenciais de conflito. Por conseguinte, o desafio fundamental consistiria em propor uma perspectiva coerente da diversidade cultural e, portanto, clarificar que longe de ser uma ameaça, a diversidade pode ser benéfica para a ação da comunidade internacional.
É esse o objetivo essencial do Relatório Mundial Investindo na Diversidade Cultural e no Diálogo Intercultural produzido pela UNESCO com a colaboração de especialistas de vários países do mundo. O estudo mostra a importância da diversidade cultural nos mais variados domínios de intervenção (línguas, educação, comunicação e criatividade) e oferece sólidos argumentos para decisores e atores sociais sobre a importância de se investir na diversidade cultural como dimensão essencial do diálogo intercultural, na construção de estratégias para o desenvolvimento sustentável, na garantia do exercício das liberdades e dos direitos humanos e no fortalecimento da coesão social e da boa governança.