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Notícias
1
Título
Prazo para inscrição no Concurso "Tempos de Escola" foi prorrogado para 3 de junho
Resumo

O prazo para se inscrever no Concurso Tempos de Escola foi prorrogado para 3 de junho. A mudança tem o objetivo de dar mais tempo para os alunos finalizarem e inscreverem suas redações, garantindo que os textos cumpram o papel de fazer os estudantes refletirem sobre a importância da escola em sua formação.

“O Concurso estimula que os alunos produzam textos sobre o universo escolar, registrando histórias e vivências que marcam as relações, as conquistas e os desafios que o ambiente da educação na escola proporciona às pessoas”, informa o regulamento do prêmio.

O Tempos de Escola é promovido pelo Instituto Votorantim em parceria com o Ministério da Educação – MEC e o Canal Futura. O tema central desta edição é “A minha escola, os meus sonhos”.

“O Concurso pretende conscientizar alunos e professores sobre a importância da escola para a formação de cidadãos participativos e engajados”, afirma Mariana Franco, coordenadora dos programas de Educação, Trabalho e Via, do Instituto Votorantim. “Acreditamos que a escrita e a leitura podem ampliar o repertório cultural dos estudantes e ajudá-los a adquirir conhecimentos importantes para seu futuro”.

Para participar

Podem participar do Concurso Tempos de Escola alunos de ensino fundamental e médio de escolas públicas dos municípios participantes do programa Parceria Votorantim pela Educação – PVE. A leitura do regulamento e as inscrições devem ser feitas pelo site: www.blogeducacao.org.br/temposdeescola.

Assunto
Educação; Redação; Redação - Concurso; Incentivo - Leitura; Incetivo - Escrita;
Fonte
Instituto Votorantim
Publicação
17/05/2012
2
Título
Brasil e São Tomé e Príncipe celebram projeto de cooperação internacional
Resumo

Na sexta-feira, dia 25 de maio, brasileiros e santomenses estarão reunidos no auditório do Centro Ruth Cardoso, em São Paulo, para uma grande celebração: o evento em comemoração aos dez anos do Projeto de Cooperação Técnica Internacional “AlfaSol em São Tomé e Príncipe”.

O Projeto, estabelecido entre os governos do Brasil – por meio do Ministério das Relações Exteriores – e de São Tomé e Príncipe, com o apoio da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), foi executado pela AlfaSol e atendeu, desde 2011, mais de 18 mil jovens e adultos analfabetos em 110 turmas distribuídas por todo o país.

Formadores brasileiros pertencentes às Instituições de Ensino Superior (IES) parceiras e santomenses integrantes da Direção de Jovens e Adultos de São Tomé e Príncipe (DEJA), coordenadores distritais e alfabetizadores farão um diálogo sobre os princípios e as diretrizes da cooperação técnica, trazendo ao debate a contextualização e caracterização do trabalho executado em conjunto.

As histórias e as perspectivas da Educação de Jovens e Adultos (EJA), a partir do projeto e da instituição de uma política pública dedicada ao tema em STP, serão abordadas na primeira parte da discussão, que contará com a participação da diretora da DEJA, Helena Bonfim, e da docente da Universidade de São Paulo, Maurilane Biccas.

A segunda parte do evento trará a coordenadora geral da DEJA, Gualberta Jen Shoi, a docente da UNIFESP, Claudia Vóvio, e a coordenadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC), Maria Amabile Mansutti. Elas falarão sobre a elaboração dos materiais didáticos pela equipe santomense, sob orientação da equipe técnica brasileira do Projeto.

Uma exposição com imagens, pessoas, paisagens e trechos de cartas escritas por santomenses e brasileiros envolvidos no Projeto também irá integrar o evento, que terá, ainda, a apresentação de um documentário com o registro das experiências dos grupos participantes da cooperação.

Programação:

 

Abertura da exposição Cata D’Omali – Cartas do Atlântico

Apresentação: Diálogos Brasil – São Tomé e Príncipe
Agência Brasileira de Cooperação (ABC): princípios da Cooperação Técnica Internacional Brasileira
AlfaSol: diretrizes da Cooperação Técnica Internacional

EJA em São Tomé e Príncipe: Histórias e perspectivas
Com Helena Bonfim, diretora de Educação de Jovens e Adultos de São Tomé e Príncipe; e Maurilane Biccas, docente da USP

Elaboração de materiais didáticos e avaliação de aprendizagem: princípios e processo
Com Gualberta Jen Shoi, coordenadora geral da Direção de Jovens e Adultos de São Tomé e Príncipe (DEJA); Claudia Vóvio, docente da Unifesp; e Maria Amabile Mansutti, coordenadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC)

Apresentação do documentário “AlfaSol em São Tomé e Príncipe”

Encerramento do Projeto de Cooperação Técnica Internacional AlfaSol em São Tomé e Príncipe
Data:
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Horário: Das 17h30 às 20h30
Local: Centro Ruth Cardoso
Rua Pamplona, 1005 – Térreo – São Paulo – SP
RSVP com Tamiris Medeiros pelo tel.: 11 3372-4340 ou pelo e-mail centrorc@centroruthcardoso.org.br

 

Sobre o Programa de Cooperação Técnica Internacional
O Programa tem como objetivo transferir a tecnologia social desenvolvida pela organização como subsídio para o desenvolvimento de soluções adequadas às necessidades de cada país.

Sobre a AlfaSol

A AlfaSol é uma entidade da sociedade civil criada em 1996 com a missão de disseminar e fortalecer o desenvolvimento social por meio de práticas educativas sustentáveis. A Organização adota um modelo de articulação de parcerias entre todos os segmentos de sociedade e consolida resultados significativos no País. Seu modelo de atuação é reconhecido e premiado no Brasil e no exterior.

Informações para a imprensa:
AlfaSol
/ Assessoria de Comunicação:
Priscila Pires – priscilacp@alfasol.org.br – 11 3372 4377
Tarsila Almeida – tarsilaa@alfasol.org.br – 11 3372 4306

Foto: Sala de aula do Projeto de Cooperação Internacional em São Tomé e Príncipe / AlfaSol

Publicação
17/05/2012
3
Título
Marvel disponibiliza 268 HQs online gratuitamente
Resumo

A Marvel disponibilizou em seu site oficial 268 HQs totalmente gratuitos para leitura na Internet. Entre eles, estão clássicas aventuras do Homem-Aranha em 1994 e também sagas mais recentes, como Vingadores vs. X-Men, de 2012.

Marvel está disponibilizando sucessos como Homem-Aranha gratuitamente na web.

A experiência na página é bem interessante. Basta acessar o site para se ter uma lista com todos os gibis que estão disponíveis. O usuário que quiser ler determinado quadrinho, deve clicar em “read it online" (ler online) e aguardar o carregamento da nova janela.


A história é apresentada em um leitor próprio do site, onde o usuário pode folhear, escolher o “zoom” que quer dar às páginas, aumentar o tamanho do texto, exibí-lo em tela cheia e até compartilhar com os amigos. Depois de ler o seu gibi favorito, volte à página principal e dê suas opiniões sobre ele. Ao clicar em “I’ve Read it” (eu já li isso, em português), você pode avaliar a obra.


Se você gostou de uma aventura, mas não teve tempo de lê-la naquele momento, marque a opção “Must Read” (leitura obrigatória, em português) e ela ficará salva em uma espécie de página de favoritos da sua conta no site do Marvel, podendo ser acessada quando quiser.

Assunto
Leitura; HQ; História em Quadrinhos; Educação;
Fonte
Blog do Galeno
Publicação
17/05/2012
4
Título
Academia Brasileira de Letras sobe os morros do Rio de Janeiro
Resumo

A linguagem fascina a carioca Ana Maria Machado, a ponto de escolher a literatura como profissão depois de passar pelo jornalismo impresso e radiofônico. Logo se tornou referência nacional na literatura infantojuvenil, ao lado de Ruth Rocha e Lygia Bojunga Nunes. Também escreveu livros para adultos, alcançando idêntico sucesso de crítica. O valor do conjunto da obra pode ser observado desde o ano passado, quando a editora Alfaguara iniciou o relançamento de seus títulos - até 2013, serão 20 livros (11 infantojuvenis), a maioria fora de catálogo. Ana é das autoras que mais vendem no País, com mais de 18 milhões de exemplares comercializados.

Eleita em dezembro de 2011 presidente da Academia Brasileira de Letras, ela prega, como meta, espalhar as letras em áreas carentes de leitura, como os morros cariocas.

Aos 70 anos, Ana Maria, que já foi orientada pelo semiólogo francês Roland Barthes em sua tese de doutorado defendida na Sorbonne, além de ter sido vencedora do prêmio Hans Christian Andersen, equivalente ao Nobel de literatura para adultos, acredita na força da palavra, mesmo diante dos avanços tecnológicos que já cercam a literatura, como os e-books. Sobre esse e outros assuntos, ela conversou com o Sabático.

Assunto
Leitura; Ação Social; Educação; Academia Brasileira de Letras;
Fonte
Blog do Galeno
Publicação
17/05/2012
5
Título
Unesp lança 44 livros digitais para download gratuito
Resumo

A Pró-Reitoria de Pós-Graduação (Propg) e a Editora da Unesp lançarão, no dia 9 de maio, 44 novos livros virtuais gratuitos integrantes do selo Cultura Acadêmica e da Coleção Propg Digital, que oferece obras inéditas para download.

A coleção teve sua primeira fase em 2010, quando foram lançadas 44 obras. Em 2011, foram publicados mais 50 novos livros. A meta do projeto é publicar mil títulos até 2020. Os livros podem ser acessados no site www.culturaacademica.com.br.

De acordo com a Unesp, de fevereiro de 2011 a fevereiro de 2012 foram contabilizados 84 mil downloads das obras, dos quais a maior parte foi feita por leitores com formação universitária, sendo 30% com mestrado ou doutorado.

Os 44 novos livros e parte dos 94 que já integravam a coleção também podem ser adquiridos por impressão, sob demanda.

Escritos por docentes, mestres e doutores ligados à Unesp, os livros são resultados de pesquisas sobre diversos temas. No conjunto das 44 novas obras há títulos de áreas como sociologia, política, comunicação, psicologia, geografia e literatura.

O lançamento dos novos títulos será realizado a partir das 9h na sede da Unesp, em São Paulo, após a realização de uma mesa de abertura, que contará com a participação de representantes da Unesp e da editora da universidade paulista.

Após o evento, o público terá acesso aos livros por meio de e-books, contendo a versão integral das obras lançadas, que estarão à disposição dos participantes.

Ao longo do dia 9 de maio, os autores concederão entrevistas individuais transmitidas ao vivo na internet, no endereço www.unesp.br/tv. As entrevistas terão duração de 15 minutos cada e serão divididas em dois blocos: o primeiro será realizado das 11h30 às 12h30 e o segundo, das 14h às 17h.

A Editora Unesp fica na Praça da Sé, 108, no centro. O evento de lançamento da Coleção Propg Digital será realizado no 7.º andar. Não é necessário se inscrever para participar.


Assunto
Leitura; Educação; Livro digital;
Fonte
Blog do Galeno
Publicação
17/05/2012
6
Título
Pearson amplia Biblioteca Virtual
Resumo

Roberta Campassi - PublishNews - 07/05/2012

A Pearson lançou em abril a terceira versão da Biblioteca Virtual Universitária, expandindo os recursos e o número de editoras incluídos no serviço que dá aos alunos de ensino superior brasileiro acesso a livros digitais por meio de uma plataforma virtual.
 
Passam a compor o catálogo da biblioteca títulos das editoras Martins Fontes, Educs (da Universidade Caxias do Sul), Jaypee Brothers (multinacional especializada em livros médicos), Rideel e Companhia das Letras, que no ano passado vendeu 45% das ações para a Penguin, do grupo Pearson. Ao todo, são 13 editoras, incluindo a própria Pearson e outras como Manole, Contexto, IBPEX e Ática e Scipione (ambas da Abril Educação).
 
Lançada em 2005 com pouco mais de cem títulos, a Biblioteca Virtual agora soma 1,5 mil obras em 40 áreas do conhecimento. É o maior serviço desse tipo no Brasil, usado por pouco mais de cem instituições brasileiras de ensino superior que abarcam 2,2 milhões de alunos, segundo a Pearson. Para ter acesso à plataforma, as instituições pagam uma assinatura mensal por usuário, e estes têm acesso à leitura ilimitada dos textos digitalizados.
 
O concorrente mais conhecido da Biblioteca Virtual é a Minha Biblioteca, consórcio que foi formado em 2011 por Saraiva, Grupo A, Gen e Atlas, algumas das principais editoras acadêmicas nacionais, mas cujas operações ainda são tímidas perto do serviço da Pearson.
 
De acordo com Laércio Dona, diretor de negócios de ensino superior, idiomas e serviços educacionais da multinacional, a meta é ampliar o catálogo de títulos da em 30% até o fim de 2012. “Mas nosso objetivo não é aumentar tanto o número de editoras, porque com as que temos já conseguimos uma boa cobertura das várias áreas de conhecimento contempladas pelos cursos das instituições de ensino”, afirma.
 
A Biblioteca Virtual foi desenvolvida em parceria com a Digital Pages e, na sua versão 3.0, permite que os alunos façam comentários nos textos e compartilhem as anotações em redes sociais. O conteúdo também passa a estar disponível para acesso em tablets que operam no sistema Android (do Google) e iOS (da Apple). Outra diferença é que os usuários agora podem imprimir parte das obras por meio do pagamento de uma licença, que remunera editora e autor.
 
A expectativa é que a demanda pelo serviço de biblioteca de livros digitais cresça significativamente graças a mudanças nas regras do Ministério da Educação (leia mais sobre o assunto aqui). A Pearson também desenvolverá um serviço de biblioteca virtual para a educação básica, mas ainda sem data para estrear.


 

Assunto
Biblioteca Virtual; Leitura; Educação;
Fonte
Blog do Galeno
Publicação
17/05/2012
7
Título
Regra do MEC pode estimular demanda por e-book em universidades
Resumo
Por: Roberta Campassi - PublishNews - 07/05/2012

Uma mudança nas exigências do Ministério da Educação (MEC) poderá impulsionar a demanda por conteúdo eletrônico nas bibliotecas universitárias. No mais recente instrumento de avaliação de cursos de graduação, datado de fevereiro de 2012, o MEC passou a permitir que as bibliotecas das instituições de ensino superior tenham parte do acervo de bibliografia básica, exigida nos cursos, em formato digital. Antes, toda a bibliografia básica deveria estar disponível fisicamente, em quantidade de exemplares proporcional ao número de alunos. O ministério já permitia que a bibliografia complementar fosse toda digital.
 
A mudança pode vir a estimular a compra de conteúdo digital, já que ela pode sair mais barato do que a aquisição de exemplares físicos. No caso da Biblioteca Virtual Universitária da Pearson, por exemplo, o custo da assinatura mensal do serviço por aluno pode variar de R$ 0,70 a R$ 7,00, dependendo das condições do contrato.
 
De acordo com o documento do MEC, para conseguir uma nota de avaliação 3, por exemplo (numa escala de 1 a 5), uma instituição de ensino precisa ter pelo menos um exemplar dos títulos exigidos como bibliografia básica para cada grupo de 10 a 15 alunos. Porém, se a instituição oferecer esse título também digitalmente, a proporção fica sendo de um exemplar para um grupo de alunos cerca de 30% maior, que varia de 13 a 19.
 
Na interpretação da Pearson, isso permite que e alguns casos até 30% do acervo de bibliografia básica seja digital. Procurado pelo PublishNews, o MEC não esclareceu a regra.
 
“O serviço de biblioteca virtual não apenas pode representar economia, mas faz com que todos os alunos possam ter acesso ao conteúdo exigido ao mesmo tempo, sem limitação de exemplares, e com várias ferramentas que facilitam a leitura”, afirma Laércio Dona, diretor da Pearson.


Assunto
Leitura; Educação; E-book; Incentivo à Leitura;
Fonte
Blog do Galeno
Publicação
16/05/2012
8
Título
Colômbia: O Brasil na Feira do Livro de Bogotá
Resumo

A 25ª Feira Internacional do Livro de Bogotá (Filbo) teve o Brasil como país homenageado deste ano e, segundo Enrique González Villa, presidente da Câmara Colombiana do Livro, a participação do país “foi a mais bem-sucedida desde que se criou o sistema de homenagens a países, há 20 anos”.
 
O pavilhão brasileiro, com três mil metros quadrados, projetado por Daniela Thomas, Felipe Tassara e Álvaro Razuk, recebeu a visita de cerca de 300 mil pessoas, dentre 450 mil que estiveram na feira – é, ainda segundo Enrique González, uma visitação bem acima da média. “Em geral, o pavilhão do país convidado recebe menos da metade do total de visitantes da Feira, mas o Brasil superou a marca dos 50%”, afirmou. “Esta também foi a edição da Filbo que mais visitantes recebeu, e devemos isso em grande parte ao Brasil, cuja participação teve muita repercussão na mídia e conseguiu atrair muito público.”
 
Os autores brasileiros marcaram presença desde a abertura do evento, que teve a participação da escritora Nélida Piñon. Ao todo foram 70 debates com 55 autores durante a Filbo, muitos dos quais realizados junto com autores colombianos. A feira foi encerrada com uma palestra do biógrafo Fernando Morais e a apresentação do grupo carnavalesco Orquestra Voadora. Além disso, o Brasil promoveu espetáculos de música e dança em espaços diversos da cidade, que contaram com audiência de 4,2 mil pessoas, e dois festivais de cinema brasileiro, com público de mais de mil pessoas.
 
Segundo dados da organização, a livraria do pavilhão brasileiro, administrada pelo Fondo de Cultura Económico, vendeu 6,5 mil livros durante o evento. Os autores mais vendidos foram Clarice Lispector, Guimarães Rosa e Jorge Amado. A curadoria da programação literária da participação brasileira foi realizada pela escritora e professora Guiomar de Grammont (que acaba de ser contratada como editora de ficção nacional da Record). Já a participação brasileira na Filpo teve a organização conjunta da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), e do Ministério das Relações Exteriores (MRE), em parceria com a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).


Assunto
Educação; Leitura; Feira do Livro;
Fonte
Publish News
Publicação
16/05/2012
9
Título
O mercado prepara-se para o Livro de Baixo Preço
Resumo

Durante a 21ª Convenção Nacional de Livrarias de 2011, Galeno Amorim, Presidente da Fundação Biblioteca Nacional, acompanhado por Fabiano Piúba e Tuchaua Rodrigues, discorreu sobre o Programa do Livro de Baixo Preço, cujo principal objetivo é democratizar a leitura no país, levando o livro para os quatro cantos do território nacional, com a pretensão de estimular toda a cadeia – escritores, editores, livreiros e distribuidores atacadistas –, porém revelando que outros canais de vendas de livro serão abertos, como os correios.

Respondendo às diversas questões, Galeno deixou claro que o Livro de Baixo Preço não é uma ação para solucionar questões privadas, por exemplo, livros de fundo de catálogo, e sim uma ampla ação junto ao consumidor final, o leitor e, por conseqüência, beneficiar a todos os participantes da cadeia do livro, agregando outras áreas para uma maior disponibilização do livro em todo o país.

Galeno garantiu que os pontos de vendas locais serão beneficiados, podendo atingir uma área circular de até 50 quilômetros, incluindo aí as vendas para as Bibliotecas,  privilegiando sempre a Livraria física. Os autores locais e independentes também serão privilegiados.

Galeno lembrou que o Vale-Cultura, que tinha a previsão de votação no Congresso no segundo semestre de 2011 para  implantação em 2012, trará ao  setor cultural um montante de R$ 7 bilhões por ano. O segmento do livro precisa estar preparado para participar deste novo mercado, e o Livro de Baixo Preço a 10 reais será uma grande opção. Serão 36 milhões de trabalhares beneficiados com o Vale. (Veja no final desta matéria um breve pingue-pongue exclusivo como o diretor da FBN para esta edição da Revista ANL.)

Reforçando a apresentação do Presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Fabiano dos Santos Piúba, à época à frente da Diretoria de Livro, Leitura e Literatura da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura, reforçou que o principal objetivo do Programa é fazer com que o livro chegue mais barato para o consumidor final, ampliando a leitura no país. “O Brasil tem livros demais e temos leitores de menos, precisamos equilibrar a balança”, destacou o diretor, que complementou dizendo que a venda do Livro de Baixo Preço não poderá ficar restrito à venda às bibliotecas, apostando sobretudo no Vale-Cultura para atingir o leitor. Nesse e caminho, o papel da Livrarias é fomentar as editoras e autores locais.

Para continuar lendo, clique no link: http://www.blogdogaleno.com.br/texto_ler.php?id=11767&secao=22

Assunto
Educação; Mercado Editorial; Leitura;
Fonte
Revista ANL 47 - abril de 2012
Publicação
16/05/2012
10
Título
Maceió tem menor índice de alfabetização do País, diz IBGE
Resumo
G1 - Alagoas 24 Horas - 04/05/2012

Dados do Censo 2010 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que os percentuais de crianças de até 10 anos de idade que não sabem ler ou escrever são mais baixos no Nordeste. Alagoas tem o menor índice de alfabetização, com 17, 8% das crianças de 10 anos de idade que não sabem ler.

A capital com a maior proporção de crianças de 10 anos de idade que não sabe ler e escrever é Maceió, com 11,6%.

Em segundo lugar após Alagoas, o Maranhão apresentou proporção de crianças de 10 anos de idade que não sabiam ler e escrever estimado em 16,4 %. Norte e Nordeste ainda apresentam um número expressivo de municípios com altas proporções de crianças nesta situação.

O Maranhão está, ainda, entre os Estados que apresentam alto número de crianças e jovens, ocupando o sétimo lugar no ranking. O Estado com maior proporção de crianças e jovens é o Amapá, segundo a pesquisa. O Maranhão é, também, um dos Estados com menor índice percentual de pessoas morando sozinhas, juntamente com o Amazonas.

Em geral, nos municípios, devido ao melhor nível de desenvolvimento socioeconômico destes, os percentuais de crianças de 10 anos de idade que não sabem ler ou escrever são mais baixos do que no conjunto do Estado. Nas capitais nordestinas, os valores encontrados são expressivamente inferiores aos do conjunto do Estado.

A capital com a maior proporção de crianças de 10 anos de idade que não sabe ler e escrever é Maceió, com 11,6%. Na Região Norte, os níveis são mais baixos, embora também ainda elevados, tendo Macapá a maior proporção, (7,7%). Vale observar que nesta região, a capital do Estado de Rondônia (Porto Velho) é a única a ostentar uma proporção maior que o total do Estado.

Por outro lado, as regiões Norte e Nordeste foram as que mais tiveram crescimento das taxas de alfabetização se comparadas às outras regiões. Esse crescimento mostrou-se relevante principalmente pelo fato de que tais regiões apresentavam as taxas mais baixas em 2000, permanecendo com os menores números em 2010, apesar dos avanços alcançados.


Assunto
Alfabetização; Educação;
Fonte
Blog do Galeno
Publicação
16/05/2012
11
Título
Projeto usa aplicativo de celular para ajudar na alfabetização
Resumo

Por Lucas Sampaio - Folha de S.Paulo - 04/05/2012

Pessoas com mais de 15 anos que só sabem escrever o próprio nome estão se alfabetizando com ajuda de celulares inteligentes. Alunos ganham smartphones para fazer parte das atividades em um aplicativo.

Intuitivo e desenvolvido em forma de jogo, o programa mistura texto, imagens, sons e símbolos para facilitar o aprendizado de alunos do EJA, programa de educação para jovens e adultos.

Em sala de aula, quase tudo permanece igual: professor, livros, cadernos, lápis, borracha, giz e quadro negro continuam presentes. Mas, nos primeiros minutos da aula e em casa, as atividades são desenvolvidas no aparelho.

`É uma ferramenta a mais em sala`, diz o professor Eleazar Silva, 28, que dá aulas para uma turma que participa do projeto em Itatiba, a 84 km de São Paulo. `A tecnologia é uma realidade nas nossas vidas e é uma coisa com que eles lidam no dia a dia.`

O PROJETO

Cidade natal do idealizador do Palma (Programa de Alfabetização na Língua Materna), Itatiba é uma das sete cidades paulistas que testam o projeto -além dela, Pirassununga, Campinas, Araras, Franca, Santos e Ourinhos participam do projeto-piloto. São 260 alunos em 16 salas de aula do Estado.

O matemático José Luís Poli, 55, cofundador da Anhanguera Educacional, deixou a empresa em 2009 para se dedicar ao projeto e criou a IES2 (Inovação, Educação e Soluções Tecnológicas).

Ele conta que, quando trabalhava na Anhanguera, via que, nas aulas de alfabetização, todo mundo tinha celular. `Se eles não sabiam nem ler nem escrever, como sabiam usar aquele aparelho?`

`Foi aí que eu pensei: `Se eu fizer um programa para rodar em celulares, é possível facilitar a alfabetização dessas pessoas`.` Poli investiu, segundo seus próprios cálculos, R$ 500 mil só no primeiro ano. `Ao todo, já foram uns R$ 3 milhões.`

Uma equipe de 23 profissionais --entre analistas, programadores designers e pedagogos-- desenvolveu o aplicativo. No primeiro ano, Poli pagou tudo do seu bolso. Em 2012, Vivo e Nokia entraram no projeto.

`Acreditamos que a tecnologia pode transformar o processo educativo`, diz Gabriella Bighetti, diretora de programas sociais da Fundação Telefônica | Vivo. `Temos mais celulares que pessoas no país, e os smartphones estão ficando cada vez mais baratos. É questão de tempo para eles estarem na mão de todo mundo.`

`Eu me sinto mais independente com o celular`, diz o operador de britagem José Benedito Marques, 33, de Itatiba. `No livro, a gente não sabe o resultado.`

`Os alunos estão memorizando mais`, diz a professora Cláudia Quirino dos Santos, 35, de Santos. Para ela, o abismo do analfabetismo convencional e digital pode ser vencido com a iniciativa. `É um salto de três décadas na vida dessas pessoas.`

DEPOIMENTO: `No domingo, antes da igreja, faço tarefa em vez de ver TV`

ANA REGINA DA SILVA BARONI

Eu nasci em Santos. Tenho 44 anos. Estudei até o primeiro ano e só sei escrever o meu nome. Tive de sair da escola para ajudar meus pais, que tiveram dez filhos. Tinha 13 e trabalhava em casa de família.

Eu tenho seis filhos. Meu marido morreu por causa de droga, e eu tive de criá-los sozinha. Todos moram comigo. Apesar de o pai ter morrido porque cheirava e injetava, graças a Deus nenhum dos meus filhos mexe com droga. Nem de sair eles gostam.

Eu faço faxina, mas meus filhos não me deixam mais trabalhar por causa da vista. Eu trabalho mesmo assim, de vez em quando. Eles pagam as contas da casa, mas eu ajudo nas compras com o dinheiro do Bolsa Família. A gente mora na casa que a minha sogra deixou quando morreu.

Já tentei aprender a ler uma vez, faz tempo, mas reclamaram no conselho tutelar. Disseram que eu abandonava meus filhos à noite em casa, só que eu estava na escola. Agora eu voltei, porque já está todo mundo grande.

Foi bom ganhar o celular na aula. Eu tenho um faz tempo, desde o ano passado. Mas eu só uso para fazer ligação. Deixo ele com a minha filha porque quase ninguém me liga.

Ganhei o celular na escola, mas parei de vir logo depois. Fiquei doente, com muita dor de cabeça. Fui atropelada, e meus óculos quebraram no acidente. Um carro me jogou no chão, e os óculos voaram longe. Foi em fevereiro, e até hoje estou com dor no ombro.

Depois, minha irmã morreu. Estourou uma veia da cabeça dela enquanto ela estava dormindo.

Mas agora eu não vou parar, não. Vou aprender para ler a minha Bíblia e para ensinar a meus filhos como é bom estudar. Vai ser melhor ainda com o celular. Até no domingo, antes da igreja, eu faço tarefa em vez de ver TV.

Mesmo sem vir para a escola, fazia as tarefas. Quando voltei, a professora falou: `Você está de parabéns! Fez lição até no domingo`.

Às vezes eu pego o celular em casa porque não tem nada para fazer. Prefiro mil vezes estudar sozinha. Eu acordo, limpo a casa, coloco todo mundo na escola e pego o celular. Estudo na cozinha.

Quem fez o celular está de parabéns. Mas podia ter para as crianças também, porque algumas têm dificuldade para aprender. Eu não tive problema. Só me ensinaram uma vez, e eu já aprendi.


Assunto
Educação; EJA; Alfabetização;
Fonte
Blog do Galeno
Publicação
16/05/2012
12
Título
Adesão de escolas ao programa "Mais Educação" cresce na região Nordeste
Resumo

Os ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e da Educação (MEC) comemoram os resultados positivos das mobilizações na Região Nordeste, para adesão ao programa Mais Educação, que oferece turno integral de atividades em escolas da rede pública. Na semana passada, as reuniões de representantes das duas pastas com gestores estaduais e municipais de assistência social e de educação em Pernambuco, Ceará e Alagoas alavancaram o número de adesões de escolas com maioria de alunos beneficiários do Bolsa Família.

Em Pernambuco, até sexta-feira (16), 830 das 1.363 escolas aptas ao Mais Educação haviam aderido ao programa. “A mobilização teve uma reunião maior na capital e envolveu muitos municípios. Foi um resultado bastante positivo”, avalia a coordenadora-geral de Controle Social e Ações Complementares do MDS, Juliana Macedo. No Ceará, a adesão já chega a 52% da meta de 2.174 escolas. Em Alagoas, das 749 escolas selecionadas, 128 aderiram ao Mais Educação. Nesta semana, as reuniões prosseguem no Pará, Piauí, Bahia e Maranhão.

A lista de escolas aptas à oferta do turno integral de atividades, por meio do Mais Educação, é elaborada antecipadamente pelo MEC. Neste ano, foram selecionadas 15.595 escolas públicas com maioria de alunos beneficiários do Bolsa Família. Elas representam mais da metade das cerca de 28 mil escolas aptas em todo o país.

A prioridade do Mais Educação para escolas com alunos do Bolsa Família faz parte da estratégia do Plano Brasil Sem Miséria de fortalecer o acesso a serviços públicos de qualidade para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade e de pobreza extrema.

Os seis estados nordestinos e o Pará concentram 85% das 15.595 escolas com maioria de alunos do Bolsa Família selecionadas pelo Mais Educação. O prazo para adesão, que terminaria no próximo dia 31, foi prorrogado para 15 de abril. Com isso, Juliana Macedo acredita que haverá maior chance de cumprir a meta de oferta do turno integral nesses estados.

“A articulação que estamos fazendo tem duas grandes vantagens: a primeira é abrir espaço para tirar dúvidas, discutir os benefícios do turno integral e eliminar ruídos de comunicação que dificultem a adesão das escolas; a segunda, reunir gestores da assistência social e da educação para fortalecer o diálogo intersetorial”, afirma Juliana Macedo.

Assunto
Educação; Incentivo à Educação; Programa Educacional; Programa - Mais Educação;
Fonte
Undime - União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação
Publicação
14/05/2012
13
Título
Temperatura do #festideias2012
Resumo

Há um mês no ar, Festival de Ideias 2012 já conta com mais de 130 ideias inscritas e 451 pessoas interagindo na plataforma. E fora dela também! Toda semana, o Centro Ruth Cardoso abre as portas de seu auditório para encontros presenciais de cocriação.  

A dinâmica é híbrida. As ideias inscritas na plataforma circulam pela rede, sendo cocriadas, modificadas, desenvolvidas e melhoradas. Qualquer usuário pode fazer comentários, sugerir detalhes e, se for o caso, modificar e republicar a ideia. Ao mesmo tempo, acontecem os encontros presenciais, onde os participantes (e quem mais quiser) podem compartilham suas ideias, para que sejam discutidas e cocriadas em grupo, sob a facilitação da Design Echos.

Nesta edição do FdI os participantes têm, assim, mais tempo para desenvolver as ideias, por meio de debate com os moderadores e colaboradores. “O processo colaborativo do site é inovador, mas a troca de informações nos eventos de cocriação é muito enriquecedora e pode agregar bastante aos projetos”, comenta Bruno Ayres, do V2V, um dos coordenadores e parceiros do Festival.

Para dar uma ideia, interagir ou mesmo entender melhor como funciona o FdI, acesse www.festivaldeideias.org.br. Para saber mais sobre o que é cocriação, acesse aqui. http://festivaldeideias.org.br/co-criacao. Já para acompanhar a agenda das cocriações, é só entrar no endereço: http://festivaldeideias.org.br/co-criacao.


Sobre o Festival de Ideias

Realizado pela pelo Centro Ruth Cardoso em parceria com V2V, Mandalah e Engage, e patrocínio da Fundação Telefônica-Vivo, Fundação Lemann, TAM e Instituto Unibanco, o Festival de Ideias é, antes de mais nada, um espaço para que qualquer cidadão possa dar uma ideia para o desenvolvimento social. Em 2011, os temas do Festival foram: Mobilidade Urbana, Violência e Catástrofes Naturais. Em 2012, além destes três, entram também Redes de Aprendizagem, Crowdbusiness, Voluntariado e APPs.

Para participar, basta acessar o site do Festival e inscrever ideias sobre qualquer um destes temas. Depois de postadas, elas poderão receber sugestões de melhorias por parte da comunidade usuária da plataforma, cabendo ao moderador aceitá-las ou não. Trata-se de uma grande rede colaborativa, uma troca de conhecimentos.

Ao final, a curadoria selecionará as melhores ideias, que receberão um aporte financeiro semente, com o qual poderão ser mais bem estruturadas para que se tornem projetos  executáveis. O FdI visa, assim, trabalhar para que as ideias postadas se tornem realidade.


 

Publicação
14/05/2012
14
Título
Aberta adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola
Resumo

Já está aberto o prazo para que municípios, estados, Distrito Federal e suas respectivas unidades de ensino possam aderir ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). O sistema PDDEweb, que possibilita a adesão e a atualização cadastral dos participantes, está disponível no sítio eletrônico do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Segundo a Resolução do FNDE nº 7/2012, publicada nesta sexta-feira,13, no Diário Oficial da União, o prazo para adesão vai até dia 31 de outubro.

Criado em 1995, o PDDE tem a finalidade de prestar assistência financeira, em caráter suplementar, às escolas da rede pública de educação básica e às escolas privadas de educação especial mantidas por entidades sem fins lucrativos. O objetivo é promover melhorias na infra-estrutura física e pedagógica das unidades de ensino e incentivar a autogestão escolar.

Os recursos, que são repassados diretamente às escolas, destinam-se a pequenos reparos nas unidades de ensino e manutenção da infraestrutura do colégio ou para a compra de material de consumo e de bens permanentes, como geladeira e fogão. Ao longo dos anos, novas ações foram incorporadas e, hoje, também promove a acessibilidade nas escolas públicas e financia a educação integral.

O orçamento do programa para este ano é de R$ 1,9 bilhão. No ano passado, o FNDE repassou mais de R$ 1,5 bilhão em benefício de mais de 137 mil escolas.

Assunto
Educação; Incentivo - Leitura; Leitura; Programa para a Educação;
Fonte
FNDE - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
Publicação
11/05/2012
15
Título
Feira em Ribeirão Preto deve movimentar mais de R$200 mil por dia em vendas de livros
Resumo

Uma das maiores feiras a céu aberto do mundo terá mais de 600 atividades gratuitas e participação de 190 grandes autores. Movimentação financeira com a venda de livros também é um dos destaques do evento

 

Com uma expectativa de receber 550 mil visitantes, a 12ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto acontece de 24 de maio a 03 de junho. Além da grande movimentação de público, que deve lotar mais de 600 atrações gratuitas, a expectativa de movimentação econômica entre os livreiros expositores também é grande.

Somente com os projetos Cheque Livro, Cheque Livrinho e Cartão Livro R$ 2.260 milhões em obras devem ser comercializados durante os 11 dias de Feira. O gerente comercial da BM Distribuidora, Fernando Corrêa, informa que a expectativa de venda neste ano é de 10 a 15 mil exemplares, número maior que na edição anterior. “A verba para o projeto ‘Cheque Livrinho’ é um fator de grande incentivo para nossas vendas, já que nosso público é, em sua maioria, infantil”, revela.

Com o sucesso do projeto em outras edições, os livreiros acabam organizando as atividades de seus estandes para atrair cada vez mais as crianças.  “Devido à importância deste projeto, em nosso estande sempre ocorrem ações voltadas às crianças”, explica a diretora da rede de livrarias Paraler, Marylene Baracchini. A empresária participa da Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto desde sua primeira edição e acredita que o evento está mais consolidado.

Neste ano, o projeto Cheque Livro contará com uma verba de R$ 1,3 milhão. Cada estudante da rede estadual receberá um vale compra de R$ 18,00 para adquirir livro na Feira. Já a Fundação Feira do Livro, através de patrocinadores, reuniu R$ 360 mil para o “Cheque Livrinho”, benefício voltado para a rede municipal, com o vale compra de mesmo valor. Além disso, mais R$ 600 mil foram disponibilizados pela Prefeitura de Ribeirão Preto para o projeto Cartão Livro, destinado às escolas da rede municipal, que poderão – com este benefício – adquirir livros para suas bibliotecas.

Além disso, as expectativas para as vendas ao público em geral também são positivas, já que as atrações e as visitas das escolas de toda região incentivam as vendas, de acordo com os livreiros. O gerente de produtos editoriais e institucionais da Imprensa Oficial, Carlos Roberto Campos de Abreu Sodré, espera um aumento de 10 a 15% nas vendas em relação a 2010, última participação do grupo na feira. “O objetivo é divulgar os títulos da Imprensa Oficial e da Livraria Virtual no mercado editorial e assim incrementar as vendas em exemplares e valores”, ressalta.

O gerente da editora Saraiva, Robsmar Ribeiro de Lima, frisa que o perfil do estande da empresa será modificado nesta edição para que a literatura infantil e juvenil tenha ainda mais opções. “O crescimento nas vendas é de 30% durante o evento. A feira é bastante voltada para os alunos, por isso vamos apresentar mais títulos para este público”, ressalta.

Atrações

Os autores participarão de atividades divididas na programação em Salão de Ideias, Café Filosófico, Conferência, Arena Cultural, Mesas de Debate, Ciências, Responsabilidade Social, Gastronomia, Jornalismo, Cinema, Literatura Infantil e Autores Locais. São mais de 600 atividades gratuitas que acontecerão em locais históricos da cidade como Praça XV de Novembro, Theatro Pedro II, Estúdios Kaiser, Parque Maurílio Biagi e Teatro Marista.

Entre os autores que participarão das atividades estão: Ariano Suassuna, Thalita Rebouças, Içami Tiba, Cristóvão Tezza, Ives de La Taille, Eliane Cantanhêde, Rosely Sayão, Ferreira Gullar, Sônia Bridi, Zuenir e Mauro Ventura, Eduardo Giannetti, Palmirinha, Narciza Tamborindeguy, Leonardo Boff, Augusto Cury, Chico Alencar, Alice Ruiz, Cao Hamburger e muitos outros.

Já entre os shows confirmados estão: Seu Jorge, Grupo Solo Brasileiro, Zizi Possi, Thais Gulin, Mallu Magalhães, Gal Costa, Jair Rodrigues, Skank, Moraes Moreira acompanhado do filho Davi Moraes, Turma da Mônica e Pequeno Cidadão.

Acompanhe a 12ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto através das redes sociais:

 

facebook.com/feiradolivroribeiraopreto e pelo twitter: @feiradolivrorib

Serviço

12ª Feira Nacional do Livro

Data: de 24 de maio a 3 de junho

Locais: Praça XV, Theatro Pedro II, Estúdios Kaiser e Parque Maurílio Biagi e Teatro Marista

Entrada: gratuita
Assunto
Educação; Literatura; Leitura;
Fonte
Feira do Livro de Ribeirão Preto
Publicação
11/05/2012
16
Título
Resultado: Profissionais classificados para as próximas etapas da seleção para Formador do Programa Brasil Alfabetizado, em Teresina:
Resumo
Benigna Barretos Barbosa de Oliveira
Edileusa Vieira dos Santos
Elda Martins Diolindo
Elenilza Maria de Sousa Silva
Gilvana Mendes da Costa
Givanilda Selene da Paz Gomes
Héllen Viveiros Santos
Ivana dos Santos Rêgo Alencar
Leidiane Nogueira Nunes
Leonilde Maria Silva Vasconcelos
Lilia Maria Santiago de Lira
Maria Antonia Silva
Maria Aurilene da Silva
Maria de Nazaré Soares
Maria Eunice Lira Teixeira Andrade
Raquel da Silva Cruz
Rosa Aurea Ferreira da Silva
Publicação
04/05/2012
17
Título
Os diferentes rostos do feminismo
Resumo

Como as mulheres estão transformando a cultura brasileira? Quais as contribuições trazidas pelo feminismo aos dias atuais? Foi para debater estas e outras tantas questões inerentes ao tema que o Centro Ruth Cardoso realizou na terça-feira, dia 24 de abril, o seminário aberto ao público com o tema “Feminismos, política e cultura: mudanças no Brasil contemporâneo”.

Organizado em parceria com a Prof. Dr. Margareth Rago, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o seminário buscou promover uma discussão sobre as transformações culturais que os feminismos – branco, negro, indígena -, têm trazido na vida brasileira, principalmente no Brasil. A ideia, segundo ela, é pensar não apenas nas mudanças, mas como elas têm oferecido outros modelos de feminilidade para as próprias mulheres, por meio da prática, experiência e recusa de ser o que o século XIX e a modernidade disseram que as mulheres deveriam ser.

“Por essa ânsia de afirmação de si, as mulheres criaram outros modos de existência e outros modos de existir que afetaram profundamente a produção e a vida cultural, pública e privada, a organização familiar, as concepções, interpretações, a mentalidade e o imaginário social. Nós temos que pensar no futuro que nós queremos. Que feminismo nós queremos, que propostas valem a pena ser enfrentadas”, afirmou Margareth.

Consciência histórica
Arte, cultura e literatura. A primeira mesa do seminário trouxe ao centro da discussão o anonimato das mulheres no campo artístico. Violinista e cantora, Ana Carolina de Toledo Murgel dedicou-se à pesquisa e divulgação da música popular brasileira. Em suas andanças, percebeu que as pessoas pouco sabiam sobre a verdadeira identidade dos compositores de canções muito famosas no país. “E com as mulheres isso se tornava muito mais grave. No geral, sempre nos perdemos em uma língua voltada para o masculino. Nossa história desaparece e esse anonimato acontece até hoje”, explicou ela.

De Carmen Miranda, Leyde Olivé, Almira Castilho, Fátima Guedes até Rita Lee e Zélia Duncan, Ana Carolina mostrou compositoras e músicas que tratam das mulheres e retratam uma época em que foram desconsideradas, excluídas do discurso.

“Muita gente diz que o feminismo acabou, já cumpriu seu papel. Trabalhamos para mostrar o contrário e cooperar com a memória dessas mulheres, dar visibilidade às histórias delas”, enfatiza.

E se na música a autoria feminina caiu no anonimato, na arte o cenário não foi diferente. Sob moderação de Carmen Soares, a doutoranda em História cultural pela Unicamp, Luana Tvardovskas, mostrou como o histórico da arte exclui as mulheres.

Sob o tema “Poéticas enfurecidas: feminismos e invenções de si na arte contemporânea brasileira”, Luana apresentou trabalhos da carioca Ana Miguel e da paulista Rosana Paulino. Por meio das obras, Luana mostrou a riqueza detalhes que manipulam o imaginário da domesticidade formulando imagens críticas e que fazem parte do universo feminino; o sublime que evoca a complexidade amorosa; a expressão da resistência das mulheres negras.

Para finalizar a mesa, a mestre em antropologia e doutora em Ciências sociais pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), Norma Telles, fez um panorama sobre a produção literária feminista desde o século XIX até início do XX. Quais foram as barreiras enfrentadas pelas mulheres para conquistar a autonomia de escritoras?

Segundo ela, nas últimas décadas a crítica literária feminista mudou o rumo das preocupações teóricas. As obras passaram a ser descobertas, comentadas, e chegaram marcando diferença. “As mulheres não são seres sem história própria; e não devem ser colocadas em categorias estanques”, pontuou.

Antes das perguntas da plateia uma participação mais que especial: a da compositora e poeta Alice Ruiz, que presenteou os participantes do seminário declamando um trecho de “Ladainha”, num sarau improvisado:

“Era uma vez uma mulher
Que via um futuro grandioso
Para cada homem que a tocava
Um dia
Ela se tocou...”
 
Subjetividade e ação política
Doutora em Ciências religiosas pela Universidade Católica de Lovânia (Béligica), Ivone Gebara abriu os trabalhos da segunda mesa do seminário. Com o tema “A política das religiões e a religião das políticas”, a pesquisadora traçou um quadro geral sobre a participação das mulheres nas diferentes religiões existentes no Brasil.

Para Ivone, a teologia feminista está desaparecendo lentamente. “As religiões crescem assustadoramente no século XXI, mas ainda sim são ignoradas por nós”, ressalta.

Temas como a legalização do aborto e a homossexualidade permearam o debate, enriquecido pela experiência da professora titular do departamento de antropologia da Universidade de Brasília (UnB), Lia Zanotta Machado. Moderadora da mesa, Lia enfatizou como a questão da política religiosa aparece fortemente em sua área e durante o tempo de militância.

“Por que tem que ser diferente com a questão das religiões? Tudo pode mudar menos o lugar das mulheres? Como é possível incluir o feminismo em todas as religiões?”, questionou aos participantes.

O cenário atual das mulheres na política brasileira também foi apresentado durante o seminário. As pesquisas da professora titular do Instituto de Ciência e Política da Universidade de Brasília (UnB), Lucia Avelar, mostram que o número de mulheres eleitas tem aumentado depois dos movimentos feministas, responsáveis pela pluralização da representação política.

“Mas essas eleitas atingiram um teto, e agora não conseguimos aumentar a participação feminina na política”, afirma. E acrescentou: “Os partidos são perfeitas oligarquias masculinas e nós, mulheres, não conseguimos nem abrir e nem arrombar as portas. Mesmo assim nós conseguimos reinventar a representação sem autorização eleitoral. Não esperamos ser eleitas para nos fazermos representar.”

Para fechar o seminário, Margareth Rago falou sobre as políticas da subjetividade no feminismo brasileiro. Segundo ela, as transformações trazidas pelo feminismo foram muito mais contundentes no Brasil se comparadas a outros lugares, já que se trata de um país em constante renovação.


“De repente você tem uma mulher que vira presidenta da República e ninguém fica discutindo mais se ser mulher é bom ou não é. Uma coisa que 20 anos atrás a Erundina teve de enfrentar por ser mulher e nordestina. Vinte anos depois ninguém mais fala no assunto, é página virada. Existe uma transformação cultural, é uma feminilização da sociedade”, afirmou.


O seminário, que lotou as instalações do Centro Ruth Cardoso durante toda a tarde, reuniu veteranas e jovens atuantes na luta pelo feminismo, além de interessados em geral no tema.

Fotos: Participantes debatem as transformações no feminismo no Centro Ruth Cardoso, em São Paulo / Tarsila Almeida

Texto: Priscila Pires

Publicação
02/05/2012
18
Título
Confira a programação oficial do II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica
Resumo

Faltando cerca de um mês para o início do II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, a Secretaria Executiva disponibiliza a programação oficial do evento.

Durante cinco dias, serão quatro conferências, nove debates, quatro observatórios, além de cerca de 180 atividades autogestionadas - propostas integrantes do Comitê Organizador - e 150 atrações culturais. Além disso, o Fórum contará com Feira de Economia Solidária, Mostra de Inovação Tecnológica, Feira Gastronômica, Feira do Livro e Mostra de Pôsteres.

Clique aqui para visualizar a programação oficial.

Fonte
II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica
Publicação
02/05/2012
19
Título
Ministério da Cultura anuncia R$ 373 milhões para leitura: Biblioteca Nacional deve contratar mais de 4.000 agentes de leitura no país
Resumo

O Ministério da Cultura anunciou nesta segunda-feira (23) investimentos de R$ 373,7 milhões no Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) para o ano de 2012. Nesta segunda é comemorado o Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor.

O PNLL existe desde 2006 e, para este ano, prevê 42 projetos a serem coordenados pela Fundação Biblioteca Nacional (FBN). "O PNLL é um apoio prioritário da presidente da República [Dilma Rousseff] e é um dos programas principais do nosso governo (...) Um brasileiro que lê cresce mais e o Brasil cresce junto", afirmou a ministra da Cultura, Ana de Hollanda.

Dentro do plano, o programa Democratização de Acesso, de construção e modernização de bibliotecas, deve receber a maior fatia de investimentos, R$ 254,6 milhões. Desse montante, só para ampliação e atualização de acervos de bibliotecas serão investidos R$ 37 milhões.

O presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Galeno Amorim, anunciou a ampliação do programa "Agentes de Leitura" com a contratação de mais 4.000 agentes para atuar em escolas do campo do país neste ano. Só para este programa, que inclui outras ações de apoio à leitura em comunidades, o governo investirá R$ 56,2 milhões.

Outros R$ 8 milhões serão gastos, ainda, com 67 feiras e festivais de livro. De acordo com o ministério, o MinC e a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) darão apoio a mais da metade das 200 feiras de livros e festivais de literatura do Circuito Nacional de Feiras de Livro de 2012. Segundo o ministério, o número é mais que o dobro do que foi realizado em 2011.

"[O objetivo] é fazer com que mais gente leia, para que mais gente tenha acesso ao livro e à leitura. Viva a leitura e o Dia do Livro", disse o presidente da FBN.

Dados divulgados pela pesquisa Retratos da Leitura no Brasil de 2012, encomendada pela Fundação Pró-Livro e pelo Ibope Inteligência, que estuda o comportamento do leitor brasileiro, revelou que 3 em cada 4 pessoas não frequentam bibliotecas. A ministra recomendou perseverança para melhorr o índice. "A gente planta agora e os resultados não vão aparecer a curto prazo, tem que esperar um pouco mais", disse.

Para maiores informações, acessem o link com o folder do PNLL:

http://www.bn.br/portal/arquivos/pdf/folder_PNLL_Final.pdf

Assunto
Educação; Leitura; Incentivo à Leitura; Agentes de Leitura; Cultura;
Fonte
Mídia News
Publicação
02/05/2012
20
Título
Pontos de Leitura da Ancestralidade Africana
Resumo
A Fundação Biblioteca Nacional (FBN/MinC) realizou na noite da última quinta-feira, 12/4, o lançamento dos Pontos de Leitura da Ancestralidade Africana no Brasil, no Auditório Machado de Assis. Participaram da cerimônia o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, a Secretária da Cidadania Cultural do Ministério da Cultura, Márcia Rollemberg, e Silvany Euclênio da Silva, da Secretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais da SEPPIR. O escritor Paulo César Pereira de Oliveira, o Pai Paulo, completou a mesa de oradores representando a sociedade civil.

Márcia Rollemberg abriu a cerimônia propondo um novo desafio: a criação de novos pontos de leitura para as comunidades quilombolas e terreiros até o fim de 2012, além dos dez anunciados na ocasião. Uma opinião unanime entre os presentes, diante a grande demanda que surgiu com o anunciou dos Pontos de Cultura Temáticos. Para Silvany, o êxito está na qualidade das ações que serão empregadas nos locais. Ela destacou a importância dos livros na formação de uma nação com mais igualdade, sem preconceitos.

O presidente Galeno Amorim abriu sua fala enaltecendo a criação do projeto e colocando a FBN/MinC à disposição para ampliação dos Pontos de Cultura da Ancestralidade Africana no Brasil. “O Brasil tem uma dívida histórica com o povo negro que precisa ser saldada”, afirmou. Ele antecipou ainda a intenção de realizar em breve outras iniciativas nesse sentido, como Pontos de Leitura voltados para as comunidades indígenas.

Pai Paulo fechou o evento com o lançamento do livro “Contos e Crônicas do Mestre Tolomi: África Viva no Brasil”. A obra reúne uma seleção de mitos e lendas da cultura africana, além de contar com belas ilustrações e um breve dicionário iorubá. Paulo destacou a importância da iniciativa do MinC. “Cultura negra não é uma questão de cidadania. É uma questão de humanidade”, resumiu ele.

Assunto
Educação; Leitura; Educação - África;
Fonte
Ministério da Cultura
Publicação
30/04/2012
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