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Esperamos que esta seção seja um veículo para relatar e trocar experiências desenvolvidas na
área de Educação de Jovens e Adultos.

Envie sua experiência para nosso email: centrodereferencia@alfasol.org.br

1
Autor
Schenini, Fátima
Título
Professora usa identidade com os alunos para estimular sonhos
Instituição
Mec, 3 jan. 2011
Resumo
Apaixonada pelo trabalho que desenvolve com jovens e adultos, a professora Mageana Souza Carvalho, de Rio Branco, Acre, tem como maior satisfação observar, a cada etapa cumprida, o brilho nos olhos daqueles que um dia chegaram a desistir de estudar. Integrante de uma família de professores — mãe, tias e avó —, ela atribui o sucesso de seu trabalho ao fato de se identificar com os alunos. “Sou sonhadora e gero sonhos, expectativas e vontade de estudar em meus alunos”, afirma. “Isso porque sei o valor da educação para o ser humano.”
Assunto
1. Educação; 2. Educação de Jovens e Adultos; 3. Ensino de Geografia
Publicação
18/01/2011
Anexo
2
Autor
Zenun Katsue Hamada e, Viana, Claudemir Edson
Título
Alfabetização de jovens e adultos: histórias de resgate da auto-estima
Instituição
Faculdade de Educação e Cultura Montessori
Resumo
O objetivo deste artigo é dar voz às mulheres e homens que ainda crianças foram obrigadas a deixar a escola para trabalhar. Após anos de muito trabalho, buscam a oportunidade de voltar à escola, oportunidade que lhes foi negada pela desigualdade, pela omissão ou pela indiferença. Querem ao menos a dignidade de se reconhecer existindo - aprender a escrever o nome - e almejar a cidadania que o documento de identidade lhes confere.
Para viabilizar esse desejo, foi preciso reinventar os conteúdos e as metodologias para possibilitar a superação de preconceito sobre si mesmo que deixou marcas profundas, revelando o longo processo de internalização da desigualdade. A partir dessa constatação, propusemos trabalhar com o eixo "Identidades Culturais" e recolocar a importância do saber-se sujeito, fortalecendo o sentimento de pertencimento a uma determinada Cultura, reconhecendo-se nela pela sua singularidade e, ao mesmo tempo, diferenciando-se pelas múltiplas perspectivas de leitura da realidade. A abordagem metodológica, por meio dos projetos de trabalho, ampliou os espaços de construção coletiva e interdisciplinar, possibilitando maior interação ensinantes/aprendentes, ressignificando suas histórias e redescobrindo o sentido da vida.

Abstract

The aim of this article to give voice to the women and men that in their childhood must get away the school for working. After years of a great deal of work, they look for the opportunity to come back to the school, opportunity that was denied by the differences established by inequality or omission. They want the dignity to be a human being, to learn how to write their own name and to reach the citizenship which is given by the identity document.
To become those desires real, it was necessary to review the contents and the methodologies to enable the one to surmount the prejudice on their selves which marked deeply, revealing during the inner process of the inequality. From this confirmation, it was proposed to work with the axis "Cultural Identities" and to replace the importance of the knowledge of oneself, strengthening the sentiment of inclusion in a specific culture, and in the same moment, differentiating by multiples looks to the reality. The methodological approach using projects to work, enlarged the capacity of collective creation as a construction and the interdisciplinarity, that makes possible greater interaction schooling/learning resignifying  their histories and rediscovering the sense from the life.
Assunto
1. Alfabetização; 2. Educação de Jovens e Adultos; 3. Aprender e Ensinar; 4. Identidade; 5. Cultura; 6. Alphabetization; 7. Education for Young people and Adults; 8. Learn and teach; 9. Cultural Identity; 10. AlfaSol
Publicação
16/12/2009
Anexo
3
Título
Vejo nos olhos o brilho da descoberta e da esperança
Resumo
O consultor da Alfabetização Solidária, Amauri Medeiros de Andrade, ao voltar de recente viagem ao município baiano de Santa Luzia, relatou, entusiasmado, sua experiência em divulgar aos educadores e autoridades da região publicações contendo informações sobre a AlfaSol e os resultados obtidos pela Organização com o programa TeleSol. "A socialização das ações da AlfaSol por meio de suas publicações institucionais tem contribuído muito para estimular professores, alunos e gestores municipais". Segundo Amauri, a repercussão da foto de uma das salas do TeleSol do município, publicada na edição comemorativa dos 13 anos da AlfaSol, foi tão boa que, na última semana de julho passado, o prefeito Ismar Santana e o representante do legislativo municipal, vereador Paulo Farias, visitaram salas de aula da formação de professores do Tecendo o Saber, enquanto o secretário de Agricultura de Santa Luzia, Sr. Aldísio Mendes, assistiu à aula inaugural do TeleSol. De acordo com Amauri, além das visitas, a boa repercussão rendeu ao projeto mais um computador, adquirido pela Secretaria de Educação de Santa Luzia, e a consequente melhoria da qualidade na inserção dos dados cadastrais e de frequência dos alunos no sistema da AlfaSol.

Fonte: Boletim Municípios/IES, n. 39, jul./ago. 2009.
Publicação
26/08/2009
Anexo
4
Autor
Sulamara Moreira
Título
Alunos de primeira viagem
Resumo

Como se sente um adulto ao voltar a estudar ou ao pisar pela primeira vez em uma sala de aula? Para conhecer a expectativa desses estudantes, Sulamara Moreira acompanhou o primeiro dia de aula dos alunos do Projeto de Ensino Fundamental de Educação de Jovens e Adultos (Proef), oferecido pela Faculdade de Educação da UFMG.

Criado na década de 1980, o projeto é dividido em dois níveis: o Proef-1, voltado para quem vai começar a ser alfabetizado e o Proef-2, destinado aos alunos que pretendem concluir o ensino fundamental. Cada nível dura, em média, dois anos, dependendo do desenvolvimento de cada pessoa. De acordo com a coordenadora do Proef-1, Francisca Maciel, o projeto foi criado para alfabetizar servidores da UFMG, mas, hoje, já atende também aos funcionários terceirizados e a interessados da comunidade em geral.

Fonte: Ceale, 14 abr. 2009.

Publicação
05/08/2009
Anexo
5
Título
Programa de alfabetização gera frutos em Brazlândia
Resumo

Fazer com que se entenda a importância dos estudos na vida pessoal e profissional de um adulto nem sempre é tarefa fácil, principalmente quando se trata de moradores de comunidades mais vulneráveis, nas quais as oportunidades de crescimento parecem ser menores. No entanto, mesmo com todas as dificuldades, há quem se esforce para aumentar as chances de desenvolvimento na vida de dezenas de cidadãos.

É o caso da coordenadora de grupo de Brazlândia, cidade-satélite do Distrito Federal, a 45 quilômetros do Plano Piloto. Há dois anos, Márcia Helena Ramos incentiva alfabetizadores e alunos a darem continuidade nas aulas do Projeto abcDF (parceria entre o Governo do Distrito Federal e a Alfabetização Solidária).

Publicação
02/03/2009
Anexo
6
Título
Valorização do Semi-árido em Padre Marcos (PI)
Resumo
Com apenas 44 anos de existência, o município piauiense de Padre Marcos, localizado a 393 km de Teresina, apresenta baixo índice de Desenvolvimento Humano e alta taxa de analfabetismo. E justamente por este motivo está entre as 14 comunidades do Piauí selecionadas para ser atendida pelo Programa Rede Chevrolet de Educação Solidária; uma parceria entre a AlfaSol e a General Motors do Brasil, por meio do seu braço social, o Instituto General Motors - IGM e as concessionárias paulistas da GM. "As aulas iniciaram em abril e desde então buscamos atividades que tornem as aulas sempre atrativas e dinâmicas, uma vez que a maioria dos alunos tem realmente um dia estafante de trabalho e freqüentar as aulas acaba se transformando em um desafio constante", explica a coordenadora municipal de Padre Marcos Andecléia Adalvina de Lima, 25 anos. Ela conta que entre os trabalhos realizados recentemente em sala de aula um se destacou pela boa receptividade por parte dos alunos. Inspirado pela cartilha do Selo UNICEF, o tema "Semi-árido: o meio em que vivemos", teve como objetivo promover, na sala de aula, o desenvolvimento de conhecimentos e práticas para a melhor convivência com o semi-árido por meio de atividades simples, porém dinâmicas, como recortes e colagens para a produção de cartazes, redações, ditados, exercício de leitura etc.
Publicação
01/09/2008
Anexo
7
Título
Conhecer para amar
Resumo
O carpinteiro Carlos Souza de Lima, de 52 anos, ainda está aprendendo a ler. O objetivo maior desse maranhense é tornar legíveis as letras que traça para compor o próprio nome. "Quero ao menos escrever o meu nome direito. É assim que o 'cabra' começa de novo", avalia. Estudando há apenas quatro meses, ele conta os avanços e ainda dá dicas: "Para aprender a ler e escrever, não pode ter ansiedade. Quando eu não conheço a letra, com dificuldade vou olhando para o mural da sala de aula tentando identificar. É assim, com muito custo, que eu consigo formar a palavra. Mas vale a pena", garante.

Fonte: Newsletter Blog do Galeno, 25 jul. 2008. in: Correio Braziliense, 20 jul. 2008.
Publicação
25/07/2008
Anexo
8
Autor
HEIDRICH, Gustavo
Título
Um professor de Jovens e Adultos
Resumo

Apesar de adolescente não sabia ler ainda. Mas era grande minha vontade de melhorar de vida. Adorava Matemática e nos intervalos do trabalho carregava um livro de cálculo a tiracolo e ficava resolvendo contas. À noite, sempre estudava mais um pouquinho. O povo ria de mim, dizendo que eu era louco de trabalhar o dia todo e ficar em cima de livro à noite.

Com o supletivo, consegui me formar no Ensino Médio aos 19 anos. Sem chances de fazer uma faculdade, continuei na enxada até que um dia recebi uma visita. Era um funcionário da Prefeitura de Curionópolis, cidade maior que fica há uma hora de Serra Pelada. Ele me disse que comentaram com ele que tinha um peão na roça com segundo grau e que estava precisando de alguém com estudo para dar aulas para uma turma de 4ª série de uma escola municipal.

Fiquei apavorado. Eu trabalhava com enxada, no trabalho pesado e de repente virar professor!. Mas achei que era a oportunidade que eu estava esperando. Topei e prometi fazer meu melhor. Assim começou minha carreira nas salas de aula que já dura quase dez anos.

Publicação
23/07/2008
Anexo
9
Autor
HEIDRICH, Gustavo
Título
Histórias de jovens adultos
Resumo

Na edição de novembro de 2003, NOVA ESCOLA trouxe um encarte especial sobre Educação de Jovens e Adultos (EJA). Naquele ano, havia no Brasil 4,2 milhões de adultos nas salas de aula e um quadro de escolarização com números alarmantes. Sessenta e cinco milhões de brasileiros não haviam completado a Educação Básica. Desses, 30 milhões tinham até quatro anos de sala de aula e outros 16 milhões eram analfabetos.

O encarte de NOVA ESCOLA celebrava o crescimento no número de matriculados no EJA. De acordo com o censo escolar daquele ano, o número de freqüentadores da Educação de Jovens e Adultos havia crescido 12% em relação a anos anteriores. O governo federal consolidava programas como o Alfabetização Solidária e o Fazendo Escola.

Confirmando os bons prognósticos, as matrículas na modalidade deram um salto para 5,6 milhões no ano seguinte, mantendo-se nesse patamar até 2007, ano em que caíram para 4,9 milhões. A queda pode ser parcialmente explicada pela mudança na metodologia do censo, que buscou reduzir as duplicações de matrícula.

Publicação
23/07/2008
Anexo
10
Título
Criatividade para ensinar e evitar a evasão
Resumo
O Profº Erisson Ney Fanjás Ferreira, alfabetizador da AlfaSol em Benevides, formado em Pedagogia e especializado em Informática e Educação pela Universidade Estadual do Pará (UEPA), com especialização em Violência Doméstica pela Universidade de São Paulo (USP), Erisson é responsável pela alfabetização de uma turma na escola municipal "José Salomão Sólon", localizada no município paraense. E é em sala de aula que ele dá o melhor de si para alfabetizar seus alunos, exercendo para isso, toda a sua criatividade.
Profº Erisson utiliza jornais e revistas como fonte de informação e conhecimento. "Essa atividade também tem sido bastante proveitosa e motivado bastante os alunos, uma vez que o jornal tem matérias que agradam a todos os gostos", diz ele, destacando que policial, novela, signo, fofoca, política e esporte são as editorias preferidas dos alfabetizandos.
Publicação
26/10/2007
Anexo
11
Autor
Alexsandro Targino da Silva
Título
Alfabetização Solidária: uma vida, uma esperança
Resumo
Alexsandro Targino da Silva (Universidade Federal do Rio Grande Norte) é um exemplo das pessoas que participaram do programa da Alfabetizaç ão Solidária e criaram uma nova visão de mundo. O autor acredita que, no município de Lagoa Salgada, as pessoas que passaram pelo programa Alfabetização Solidária são vistos com outros olhos, 70% deles estão ativos trabalhando, alguns na EJA, outros em escolinhas particulares. Foi uma transformação das pessoas do município.
Publicação
22/05/2007
Anexo
12
Título
EJA em foco/Alfabetizando com números
Resumo
A trajetória profissional da Profª Karla Scaramussa é muito interessante. Professora titular do Centro Universitário São Camilo - Espírito Santo, com atuação no curso de Pedagogia: Matemática e Alfabetização, coordenadora dos Projetos de Extensão de Educação de Jovens e Adultos, além de atuar também como capacitadora na formação continuada dos professores do CEEJA (Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos), em Cachoeiro de Itapemirim.
Publicação
22/03/2007
Anexo
13
Autor
Keler Cristina Braga de Freitas Bastos, Carla Marina Neto das Neves Lobo
Título
Educação de jovens e adultos e promoção social: um desafio para os educadores
Resumo
O presente trabalho traz uma reflexão sobre a Educação de Jovens e Adultos (EJA), por meio do resultado das observações e experiências vividas em Manaus em uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS), situada à margem esquerda do Rio Negro. Aponta também para o desafio de aperfeiçoamento de alguns profissionais que atuam com esta modalidade de ensino enfocando o uso da avaliação no processo de ensino. Todos os momentos registrados neste estudo nos levam a refletir sobre a própria ação da observação no que concerne a avaliação. A preocupação que movia o contato com a turma de EJA era observar se as atividades utilizadas em torno das áreas cidadania, geografia e matemática apontavam um novo significado para a aprendizagem, para assim oportunizar o crescimento e a promoção do aluno, valorizando suas experiências, partindo da realidade que vivenciavam. A questão investigada nesta pesquisa teve seu início em 2002, por meio de uma Bolsa de Pesquisa com duração de dois anos (término em 2004), oferecida aos alunos do curso de Pedagogia do Centro Universitário Luterano de Manaus (Celum-Ulbra), em parceria com o CNPq.
Publicação
13/11/2006
Anexo
14
Autor
Mirtes Gonçalves H. Carvalho e Teresa Christina Torres Silva Honório
Título
Projeto Você Aniversaria e a Alegria é Nossa: relato de uma experiência
Instituição
Universidade Federal do Piauí
Resumo
O presente trabalho relata a experiência de Mirtes Gonçalves Honório de Carvalho e Teresa Christina Torres Silva Honório (Universidade Federal do Piauí) com o  projeto "Você Aniversaria e a Alegria é Nossa", desenvolvido no Módulo XVIII apresentando sua história, seu objetivo e estratégias, bem como diretrizes que fundamentam nossa proposta de trabalho. 
Este projeto resultou de trocas de experiências, diálogos e conversas  informais com coordenadores setoriais, coordenadores municipais, monitores, alfabetizadores e alfabetizandos, dos municípios de Joca Marques - PI e Regeneração -PI. E tem como objetivo resgatar a auto-estima dos alfabetizandos, através do seu reconhecimento como sujeito participante de uma realidade concreta.
Publicação
24/01/2006
Anexo
15
Autor
Izabel Jaguaiara C. de Oliveira e Cláudia Roseane P. de A. Capistrano
Título
A matemática no texto e no contexto da comunidade: uma experiência interdisciplinar
Instituição
Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN
Resumo
Este trabalho trata de uma experiência desenvolvida no âmbito da Capacitação de Alfabetizadores do PAS/UFRN, tendo por objetivo discutir o trabalho com a Matemática numa perspectiva interdisciplinar no contexto da realidade sócio-econômica da comunidade. Tomou-se como procedimentos técnicos, o estudo bibliográfico e registros oriundos da observação participante. Como resultado apontamos a aceitação do grupo em relação ao trabalho desenvolvido, a interação com textos, produções elaboradas e o intercâmbio de idéias pertinentes ao desenvolvimento de uma boa prática. Dessa forma, Izabel Jaguaiara Costa de Oliveira e Cláudia Roseane Pereira de Araújo Capistrano acreditam ser necessário redimensionar a ação, fazendo uso de informações significativas, já que, a base da proposta é a contextualização.
Publicação
23/01/2006
Anexo
16
Autor
Gildete Silva Damasceno
Título
A historia de Gildete
Resumo
Em 2002, eu me inscrevi para a seleção de alfabetizadores no Município de Santana do Ipanema/AL, candidatando-me para a zona rural onde morava, no sitio Lajes. Quase que não sou escolhida porque minha estrutura física é pequena, tanto de altura como de largura, pois sou muito magra e as professoras da FACINTER tinham medo que eu partisse no meio com a pressurização do avião. Mas o destino me ajudou e depois de muito pensar, elas me escolheram. Eu tinha passado a noite no velório da minha vó. Eu queria muito alfabetizar na minha comunidade e também dar continuidade do trabalho de meu primo Janclebson que tinha sido alfabetizador do módulo anterior. Muitos caminhos foram percorridos, de lá até agora, aprimorando meus conhecimentos, não só como alfabetizadora, como monitora pedagógica, coordenadora municipal e atualmente sou aluna da FACINTER, cursando Gestão Empreendedora de Negócios e atuo na Alfabetização Solidária como coordenadora setorial no Município de Ouro Branco/AL.
Publicação
23/01/2006
Anexo
17
Autor
Lindadir Ilair Soares
Título
Virando do avesso
Instituição
Faculdade Internacional de Curitiba
Resumo
Era o ano de 2003. Mês de outubro. Na visita de acompanhamento e de capacitação continuada dos alfabetizadores de Jaramataia, município do sertão do Alagoas, distante da capital, Maceió, cerca de 200 km, fiquei surpresa com a atitude de um grupo de crianças, com idades variando entre 5 e 12 anos, que ficavam na rua a noite "atentando" os alfabetizandos que iam para a escola onde funcionavam nossas salas. Além disso, circulavam pelas janelas atrapalhando os alfabetizadores no desenvolvimento das aulas. Para resolver esta triste e incômoda situação sugeri à Coordenadora Municipal, Monica Pinheiro Pascoal, um encontro para uma "pipocada", com as crianças e os alfabetizadores,  na tentativa de aproximá-los no sentido de promover uma mudança de comportamento, através de atividades recreativas e culturais.
Publicação
23/01/2006
Anexo
18
Autor
Pedro Monteiro Torres Neto
Título
Vaga-Lume - a cidadania conquistada : alfabetização de jovens e adultos
Instituição
Universidade Estadual de Goiás - UEG
Resumo
No Brasil, por mais de quinhentos anos, o acesso à Educação foi cerceado e relegado a segundo plano como forma de manipulação política, eleitoreira, esse direito foi negado, perpetuando até os dias de hoje. Dados do IBGE de 2.000 nos mostram o Brasil com um índice de analfabetismo em torno de 13% e Goiás se encontra nesse patamar, embora alguns municípios extrapolem esse índice. Mudar esse quadro crônico se faz necessário. Uma transformação social, econômica, cultural, educacional, está inserida nesse processo. E a Organização da Sociedade Civil Moradia e Cidadania entendeu que não se tratava de um resgate, mas, sim, da própria construção da cidadania em seu sentido pleno. O direito de ir e vir, de escolha, de se inserir no mundo físico e letrado, a inclusão no mercado de trabalho, o acesso a cursos profissionalizantes e de capacitações, a melhores salários e conseqüentemente, melhores qualidades de vida são exemplos disso. Pedro Monteiro Torres Neto (UEG) salienta essa necessidade tanto no âmbito individual bem como no coletivo-social, uma vez que a cidadania é de todos e não de um só.
Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Alfabetização de jovens e adultos; 3. Educação - Goiás; 4. Programa Vaga-Lume; 5. ONG Moradia e Cidadania; 6. Universidade Estadual de Goiás
Publicação
07/12/2005
19
Autor
Poliana S. A. Santos Camargo, Mário Lázaro Camargo
Título
Entre sonhos, números e letras: uma experiência em alfabetizadores do PAS interior do Rio Grande do Norte
Instituição
Universidade do Sagrado Coração - USC
Resumo
Com este artigo Poliana da Silva Almeida Santos Camargo e Mário Lázaro Camargo (USC) querem partilhar um pouco da "indescritível" experiência vivenciada a partir do envolvimento com oa Alfabetização Solidária no ano de 2004. Empregam o termo "indescritível" para iniciar dizendo que o que vivenciam não pode ser de todo relatado, descrito e pormenorizado, uma vez que os ganhos obtidos com a experiência que ora se propõem a comentar, transcende a possibilidade de uma racional descrição: desejando ensinar, aprendem; buscando levar conhecimentos sólidos e sistemáticos e almejando contribuir para a transformação da vida e do cotidiano dos alfabetizadores e seus alfabetizandos, tiveram as próprias vida e cotidiano enriquecidos; levaram letras e números, gramática e problemas matemáticos, mas trouxeram sorrisos, abraços, grandes lições de vida, lágrimas e esperança ... isso tudo, consideram que, é mesmo indescritível.
Assunto
Assuntos: 1. Educação - Brasil; 2. Educação de Jovens e Adultos; 3. Relato de Experiência; 4. Alfabetização Solidária; 5. Analfabetismo; 6. Universidade do Sagrado Coração
Publicação
07/12/2005
20
Autor
Therezinha Barros da Silva
Título
A Educação de Jovens e Adultos e os meios de ensino
Instituição
Faculdade de Educação Ciências e Artes Dom Bosco de Monte Aprazível
Resumo
Neste relato Therezinha Barros da Silva expõem experiências construídas frente às Atividades Educacionais com Jovens e Adultos, num trabalho iniciado em Cachoeiro do Itapemirim, Estado do Espírito Santo nas décadas de 1950 e 1960  e, continuado junto à Faculdade de Educação, Ciências e Artes Dom Bosco de Monte Aprazível, no final da década de 90 década (1998, precisamente) embora tenha sido somente na orientação de atividades e na análise da necessidade de inclusão dessa clientela muito especial no mundo digital, no momento de globalização.
Assunto
1. Educação - Brasil; 2. Educação de jovens e adultos; 3. Tecnologia; 4. Inclusão social; 5. Material didático; 6. Recursos audiovisuais; 7. Informática e educação
Publicação
07/12/2005
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